16 de janeiro de 2022
Servidor público federal aposentado, administrador, especialização na gestão da informação ao agronegócio. E-mail: [email protected]
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Thomaz Meirelles

Conheça os parlamentares com emendas ao setor primário para 2022

A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) destinou, por meio de Emendas Parlamentares Individuais e Coletivas, mais de R$ 20.865 milhões ao Setor Primário dentro da Lei Orçamentária Anual (LOA 2022). A seguir, para ficar registrado no JC, transcrevo matéria da assessoria de comunicação da Aleam detalhando nomes e valores destinados ao produtor rural do nosso estado. “…O deputado Adjuto Afonso (PDT) destinou mais de R$ 1,45 milhão para diversas cidades, como Autazes (113 km) que vai receber R$ 200 mil, Boca do Acre ( 1.028 km) cujo aportes serão de R$ 250 mil, Barcelos (399 km) que vai receber R$

Precisamos de congressista com “DNA” do setor agropecuário

O motivo é simples, sem essa exclusividade, sem esse conhecimento do setor primário, estamos perdendo vários programas, políticas e ações que acabam beneficiando outros estados. A mais recente prova disso foi que deixaram, a nossa bancada federal deixou o governo federal diminuir o preço mínimo do pirarucu de manejo. Um absurdo! Descaso com nossos pescadores que tiveram aumento no custo em todos os itens ligados ao manejo. Portanto, em outubro de 2022, vamos eleger 8 (oito) deputados federais e um (01) senador. Então, teremos mais uma oportunidade para acertar muito mais do que errar na escolha dos nomes. Trabalhei anos

Esse milho parado na Conab vai acabar estragando!

Penso que o governo federal tá esperando estragar o estoque de milho da Conab no Amazonas. Esse milho é do Programa conhecido nacionalmente como “Venda em Balcão”. Não vendeu quase nada em novembro, e agora em dezembro, até hoje, atendeu somente 2 (dois) criadores rurais. Hoje, em Manaus, a Conab tem 1.318.687 kg de milho estocado no Distrito Industrial praticamente parado. A safra desse milho é de 2016/2017, ou seja, bem antiga, e já há relatos de compradores preocupados com a qualidade. Isso tem custo ao governo federal. Não faz sentido um programa atender duas pessoas em uma quinzena. Tem

Wilson Lima acaba com a espera de 16 anos

Depois de 16 anos de descaso da “Compensa”, finalmente chegou um governo, o atual, do governador Wilson Lima, que finalizou a adesão do Amazonas ao SISBI (Sistema Brasileira de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Esse título é assinado pela Ministra Tereza Cristina. Abaixo, transcrevo matéria detalhando esse ineditismo para a comercialização de produtos de origem animal do Amazonas (que já tem SIE) que ganham mercado nacional. E já está em andamento o SISBI-POV para produtos de origem vegetal.  É mais uma pauta técnica incluída na EXPOAGRO 2021, incluída no agronegócio familiar e empresarial do nosso estado. Há anos vinha

Obrigado Vitória Elisa Bessa Freire!

No último dia 25/11 completei 59 anos de idade. Recebi várias e lindas felicitações e, na coluna de hoje, quero agradecer o carinho dos amigos e familiares divulgando, abaixo, a linda mensagem que recebi da minha futura nora Vitória Elisa dos Santos Bessa Freire, aluna do quarto período de jornalismo da UFAM. Já li vários textos de autoria da Vitória, sempre dei nota máxima. Escreve fácil, leve, talento nato! Leiam, a seguir: Mensagem “…Querido Tio Thomaz, Você já pesquisou o significado do seu nome no Google? De acordo com ele, Thomaz significa “aquele que honra.”  Sou fã de semiótica e

Os responsáveis pelos “rios voadores” não podem “voar” na GOL, LATAM, AZUL por falta de recursos. Isso é justo?

Tenho sempre dito que não adianta criar “novos e intelectuais nomes” nem novos “fóruns” se há décadas não estamos fazendo nada de concreto com quem preservou a floresta. Registrei, em recente artigo no JC, e no blog Thomaz Rural que vários manejadores do pirarucu deixaram de receber a subvenção federal porque “acabou o dinheiro”, disse o governo federal. E aí, fica assim mesmo? E os ambientalistas mundiais, ficam calados? Só vi a OPAN (Operação Amazônia Nativa) lutar por eles, pela renda no bolso deles. Na OPAN tem lideranças preocupadas com a geração de renda. Não vi um discurso na ALEAM

Emprego na indústria fecha no vermelho no interior, agropecuária teve melhor desempenho (Caged)

Já disse várias vezes, volto a repetir, o Amazonas precisa de união, mas não é o que tenho percebido. Precisamos de diálogo, jamais a exclusão de atividades em benefício de outros setores, assim como o regular aparecimento de novos “termos bonitos” (agora a moda é bioeconomia, onde tem um CBA sem CNPJ há décadas) sendo o mais recente o “Amazônia + 21” prometendo vida nova ao caboclo do interior com novas reuniões, seminários, encontros, congressos, simpósios, viagens para encontrar “caminhos mágicos” para manter o homem em pé, já que felizmente houve a coincidência (não foi consciência ambiental e nem o

Felizmente aconteceu o encontro do setor primário com os alemães

AGORA SIM! O bate papo com os alemães envolveu (pelas fotos) pessoas do governo que realmente conhecem o setor primário do Amazonas, ou seja, pessoas que entendem de geração de renda justa aos defensores da floresta mais preservada que está, e vai continuar em pé, mas infelizmente tem metade da população sem ter o que comer.  Como é bom ter visto nas fotos a Anecilene, Lucelisy, Bolacha e o Petrucio. Meu xará Tomás, é o mais novo dessa turma, mas também já deu tempo pra conhecer o que realmente a “ponta” precisa. Tem muita gente no Sistema SEPROR que conhece

Encontro com alemães é imprescindível a presença do setor agropecuário do AM

Nesses encontros com a Alemanha, ou outro país da Europa preocupados corretamente com a floresta em pé, não pode somente ter representante da área ambiental acompanhando o governador Wilson Lima. Certamente a articulação foi feita pela área ambiental, mas num encontro onde tem a presença do conselheiro para Temas Agrícolas da Alemanha, Ansgar Aschfalk, é inaceitável que nesse encontro não tenha tido a presença de um técnico do Sistema SEPROR (tem vários no Sistema Sepror). Na matéria divulgada na mídia, o próprio secretário da SEMA afirmou aos alemães que “97% da floresta no estado segue preservada”, mas em pauta o

O Amazonas do futuro passa também pela agropecuária

Há mais de 54 anos estamos falando de “futuro” no Amazonas, mas para a metade da população, em especial a que vive no interior, esse “futuro” ainda não chegou, pois continuam vivendo na extrema pobreza segundo dados oficiais, inclusive divulgados, recentemente, pela deputada estadual, e atual secretária de ação social, Alessandra Campelo, durante solenidade do lançamento do auxílio estadual do governo Wilson Lima. O setor primário do Amazonas sempre foi e continuará sendo parceiro e defensor do Polo Industrial de Manaus. Não somente por conhecer sua importância econômica e social, mas também pelo comprometimento, conhecimento, dedicação e defesa das pessoas

Conab do AM não recebeu recursos dos senadores e deputados federais para operar o PAA com grupos formais

Vi no site oficial da Conab (matriz) que a empresa recebeu R$ 13 milhões para operar o PAA – Programa de Aquisição de Alimentos (hoje PAB – Programa Alimenta Brasil) com grupos formais (associações e cooperativas) oriundos de emendas parlamentares federais. O lado negativo da notícia é que nenhum parlamentar do Amazonas sequer destinou um centavo para a Conab do Amazonas operar o PAA com nossos agricultores familiares que fazem parte de associações e cooperativas. Apenas parlamentares (deputados federais e senadores) do Distrito Federal, Piauí, Rio de Janeiro, Tocantins, Goiás, Espírito Santo, Mato Grosso, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e

Manaus precisa de mais um armazém público para a Conab

Tenho acompanhado pela imprensa, inclusive no site do Ministério da Agricultura e da própria Companhia Nacional de Abastecimento – Conab que o governo federal incluiu várias estruturas da Conab no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) com o objetivo de melhorar a infraestrutura de armazenamento e abastecimento da estatal em parceria com a iniciativa privada. Concordo com a iniciativa, mas a receita não pode nem deve ser a mesma para todos os estados. O Brasil é grande e com realidades bem distintas. É só procurar nos arquivos da própria Conab (matriz) que já houve levantamento semelhante, inclusive foi publicado nacionalmente.