22 de maio de 2022
A missão e fortalecer, integrar e promover o desenvolvimento da Indústria do Estado do Amazonas, assegurando a sua competitividade
A missão e fortalecer, integrar e promover o desenvolvimento da Indústria do Estado do Amazonas, assegurando a sua competitividade

Cieam

A bioeconomia do açaí na Amazônia, segundo Irani Bertolini

Belmiro Vianez Filho(*)  Há 120 anos, os regatões  cruzavam os rios amazônicos -.entregando mantimentos e objetos da rotina diária e recebendo pelas, fardos beneficiados a partir do leite da seringueira – celebrando as folias do látex, num ensaio da Bioeconomia nascente que, por pouco, não empinou o desenvolvimento permanente da Amazônia. Era o Ciclo da Borracha que respondeu por 45% do PIB brasileiro na virada do século XIX. Infelizmente não foi com a borracha que conquistamos o desenvolvimento econômico que o Sudeste empurrou adiante com a lavoura do café. Será que, com o aproveitamento funcional e integral do açaí como alimento universal,

Manaus, é hora de renascer!

Por Fabíola Abess e Alfredo Lopes(*)  Somos a moradia dos contrastes, convivemos com o glamour da fartura e a miséria insistente – e em constante confronto – que nos desafia e obriga a compreender e superar. Na história Manaó, apenas 30 anos, 1866 a 1896, separam a inauguração do glamuroso Teatro Amazonas – façanha de um negro que tentaram camuflar, chamado Eduardo Ribeiro –  e a viagem do casal Agassiz, cuja esposa Elizabeth descrevia esta Manaus como um“amontoado de casas, das quais metade parece prestes a cair em ruínas”. A borracha ainda não era a economia principal da região e o casal levou

Brasil, a nave dos insensatos

Ficamos com R$5,4 bilhões contingenciados no FNDCT, Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, nos últimos dois anos e com cientistas talentosos no Brasil, ou do Brasil, atuando no exterior, na produção de vacinas. E essa verba, quase toda, é recolhida pelas empresas que se valem da Lei de Informática, maior parte instalada no Polo Industrial de Manaus Manaus. Esse descaso com Ciência e Tecnologia na Amazônia é recorrente, desde que Getúlio Vargas criou o INPA há 70 anos.” Por Alfredo Lopes (*) Responder à pergunta sobre o impacto dos cortes em C&T e Educação para o Brasil e, em particular, para

“Só sei que nada sei”

Belmiro Vianez Filho (*) Estamos por aqui neste mundão decididamente passando uma chuva. O tempo passa de modo implacável e sábio. E o que é melhor, sutilmente ele obriga a aprender a todo aquele que quiser sobreviver. A frase de Sócrates, que percorre a história há quase 400 bom anos antes de Cristo, sempre me incomodou. Dizia para mim mesmo, é claro que eu sei muitas coisas. Mas os anos e as experiências foram me empurrando a concordar com o pensador e colocar um questionamento até as chamadas cláusulas pétreas, impostas por alguém, num determinado contexto o qual precisa permanentemente

A Amazônia do Futuro aplaude a Amazônia+21

E quem vai bancar a antecipação desta utopia? Quem vai assinar a carta de crédito desse mutirão de empreendedorismo? Como transformar nossas instituições de ensino, qualificação técnica, científica e crítica na base que vai amparar o novo tempo de uma economia da sustentabilidade amazônica?  Por Nelson Azevedo(*) Há um consenso, no debate sobre a implantação do Instituto Amazônia +21, em relação à exiguidade do tempo de que dispomos para sair da narrativa e alcançar as tratativas da implantação e soluções. Nós já conversamos o suficiente sobre este assunto, a partir de diversos pontos de vista. Entretanto, para quem é do ramo

Só tem na Amazônia

“Destaque pode ser dado a duas dessas amazonidades, o Polo Industrial de Manaus e os Rios Voadores. Estes contribuem decisivamente com o crescimento e robustez do agronegócio e abastecimento dos reservatórios do Sudeste, basta determos o desmatamento e queimadas da Hileia e a outra amazonidade é o Polo Industrial de Manaus, a economia que anda de mãos dadas com a ecologia, que gera 500 mil postos de trabalho, e ajuda a evitar que a floresta seja usada como meio de sobrevivência”.  Por Alfredo Lopes e Carlos Gabriel Koury(*)  O Brasil não conhece o Brasil e os brasileiros, em sua absoluta maioria, falam sem conhecer a

Amazônidas avançam na construção do futuro

O que nos precisamos é de recursos para qualificar massivamente nossos jovens, construirmos parques tecnológicos de informação, comunicação e biotecnologia. Esta é a maneira mais viável de promover o exercício da cidadania e o desenvolvimento socioeconômico e industrial de que a Amazônia e o Brasil padecem. Por Nelson Azevedo (*) No próximo dia 11, Manaus acolhe o evento da maior importância. Trata-se da instalação do Instituto Amazônia +21, liderado pela Federação das Indústrias do estado de Rondônia. Diante do quadro de incertezas que atravessamos e dos riscos de depredação florestal que estamos sofrendo, o melhor caminho é a união de

Cientistas da UEA-20 se destacam no Ranking da América Latina e Universidade se aproxima da ZFM

“Quanto mais detectarmos esta comunhão de propósitos complementares, mais benefícios a economia e a própria academia poderão auferir, resultando no crescimento integrado da atividade fabril que evolui na medida em que se integra no campo da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico com a universidade que mantém”, Cleinaldo Costa, reitor da UEA. Por Alfredo Lopes e Fabíola Abess – Coluna Follow up 07.10.21 O Alper-Doger (AD) Scientific Index divulgou o ranking dos 10.000 cientistas mais influentes da América Latina, que inclui cinco docentes pesquisadores da Universidade do Estado do Amazonas UEA. Os classificados no ranking são os docentes da Escola Superior de Ciências

O futuro da Amazônia e o protagonismo empresarial

“Em lugar de esperar soluções messiânicas, precisamos agir com o protagonismo de quem produz emprego, impostos e riquezas. Beiramos a fronteira da irresponsabilidade se não nos mobilizamos para auditar, e influenciar sua aplicação conforme a legislação. Temos colegiados de composição híbrida que, estranhamente deixaram de funcionar. São conselho representativos da Sociedade e a eles compete a gestão transparente de generosos recursos da indústria para o interesse coletivo.” Por Wilson Périco(*) Coluna Follow-up 06.10.21 São preocupantes as notícias de final de ano. A recuperação da indústria em particular, somada a alguns ensaios no setor de serviços, nos deram momentaneamente a sensação

É viável a reconstrução da brasilidade?

Reconstruir o Brasil, além de lutar por gestão pública transparente e com participação da cidadania, precisamos buscar novos rumos de comunhão social, com o objetivo de apaziguar a sociedade e resgatar a economia em favor da cidadania.  Por Belmiro Vianez Filho (*) Diante de um país dividido, e com indícios de muitos abalos na economia, é preciso repensar – em clima de largada da temporada eleitoral – a importância de nosso direito e compromisso cívico/eleitoral: o voto. Perdemos muito tempo, energia e talentos que poderiam ser usados para a reconstrução de um país atrasado como o nosso, gastando o melhor

Saneamento, a transformação emergencial na vida das pessoas

100 milhões de brasileiras e brasileiros não têm acesso à coleta dos esgotos e 35 milhões não possuem abastecimento de água, segundo o Instituto Trata Brasil.   Na semana passada, quando o Brasil e o mundo da Educação celebrou o centenário de nascimento de Paulo Freire – o nordestino que é o Patrono da Educação no Brasil – em Manaus, um evento sobre Saneamento promovido pela empresa Águas de Manaus, marcou alguns avanços nos Direitos Civis da população com maior vulnerabilidade na capital amazonense. Quem afirma esses avanços é o Instituto Trata Brasil, a maior autoridade em monitoramento e controle da situação

Isaac Sverner, um cinquentenário no batente Amazônia

“E aqui aproveito para incluir duas outras honrarias que marcaram minha vida: Mário Guerreiro e Moysés Israel. Os três compartilham uma atenção/ dedicação para o fator família. Para eles, o trabalho é a melhor forma de cuidar da família e preparar a própria prole para a sucessão em seus legados”. Por Wilson Périco (*) – Follow-up (**) Todos nós que atuamos na Amazônia na geração de empregos, riquezas e oportunidades, temos orgulho daquilo que fazemos. Não é à toa que muitos dos que aqui vieram impactar a região com a efetividade do programa Zona Franca de Manaus em suas múltiplas oportunidades, aqui