Aeronautas e aeroviários terão que manter 80% dos postos, diz TST

O indicador refere-se a famílias com rendimento até 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, de Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia

O indicador refere-se a famílias com rendimento até 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, de Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia usada é a mesma do IPCA; a diferença está no período de coleta dos preços.
O TST (Tribunal Superior do Trabalho) determinou ontem que, caso a greve dos aeronautas e aeroviários prevista para ter início nesta quinta-feira venha a ocorrer, as categorias deverão manter pelo menos 80% dos trabalhadores em atividade nas vésperas de Natal e do Réveillon (dias 23, 24, 29, 30 e 31), e 60% após as festas de final de ano.
A decisão, do presidente do TST, João Oreste Dalazen, atende a um pedido do Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias). A entidade, no entanto, pedia 90% dos postos ativos. Em caso de descumprimento da decisão, o Sindicato Nacional dos Aeronautas, o Sindicato Nacional dos Aeroviários e os sindicatos dos aeroviários de Porto Alegre, Pernambuco e Garulhos estarão sujeitos a multa diária de R$ 100 mil.
“Ao disciplinar o exercício do direito de greve, a Lei reputa absolutamente essencial à população a atividade prestada pela categoria profissional dos aeronautas e aeroviários (art. 10, inciso V, Lei nº 7.783/1989)”, apontou o presidente do TST em sua decisão. “(…) É compreensível e respeitável a reivindicação das categorias profissionais, mas a população brasileira não pode ser prejudicada pela carência de um serviço público essencial”, avaliou o presidente do TST.

Negociações

Aeronautas e aeroviários afirmam que vão entrar em greve a partir das 23h de hoje. Inicialmente, eles pediam um reajuste salarial de 10%. No decorrer das negociações, entretanto, ambas as categorias concordaram que poderiam baixar o pedido para um reajuste de 7%, desde que o vale refeição e a cesta básica sejam reajustados em 10% (o que as companhias aéreas concordaram). O que emperrou as tratativas foi que depois as empresas aéreas aceitaram somente um reajuste de 6,17% – relativo à variação do INPC – uma diferença de 0,83%.

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