Vereadores querem mais beneficiados com o Auxílio Manauara

Um grupo de vereadores quer ampliar o alcance do Programa Auxílio Manauara da Prefeitura de Manaus para mais pessoas, além de garantir o pagamento retroativo ao mês de janeiro, mês em que a segunda fase da pandemia de Covid-19 ganhou mais força na cidade.

O Programa Municipal será votado, na próxima terça-feira, em Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Manaus (CMM). O Legislativo foi convocado de forma antecipada com o objetivo de analisar a mensagem do prefeito que trata da instalação do programa. O Auxílio Manauara vai distribuir R$ 200 entre os beneficiados. 

O vereadores Raiff Matos, Capitão Carpê, Ivo Neto, João Carlos, Márcio Tavares e Thaysa Lippy oficializaram o pedido ao prefeito David Almeida para incluir 60 mil pessoas com o Auxílio Manauara. A proposta original prevê 40 mil pessoas beneficiadas.  

O vereador Eduardo Assis também protocolizou ofício solicitando ao prefeito David Almeida a ampliação do número de beneficiados de 40 mil para 80 mil famílias.

Eduardo Assis protocolizando o pedido

“Tendo em vista o estado de calamidade pública que estamos passando e onde muitos estão desempregados, principalmente após o novo decreto, muitas famílias ficaram sem ter de onde tirar sua renda. É preciso buscarmos meios de ajudar essas famílias!”, afirmou o vereador Eduardo Assis

Além de ampliar o total de pessoas beneficiadas, os vereadores também querem que o pagamento seja retroativo ao mês de janeiro quando muitas famílias começaram a ser afetadas economicamente em decorrência do agravamento da contaminação da Covid-19 em Manaus.

“Acreditamos que o prefeito David Almeida vai analisar os nossos argumentos e verificar a viabilidade de fazer os ajustes sugeridos na mensagem”, afirmou o vereador Raiff Matos. 

Raiff Matos (DC) foi um dos vereadores que assinaram o pedido ao prefeito

Os vereadores também alertam para a necessidade de uma ampla divulgação dos critérios para o recebimento do benefício, com a devida transparência da lista dos beneficiados. Eles lembram que é preciso instrumentos claros para fiscalizar com rigor a distribuição dos recursos aos incluídos no programa. 

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