Volta do recesso traz debates antigos à Câmara Municipal de Manaus

Faltando seis meses para o fim do ano as prioridades na CMM (Câmara Municipal de Manaus) não mudaram muito desde o começo dos trabalhos legislativos, em fevereiro de 2011. Após breve recesso, os parlamentares retornaram ontem, 11, aos trabalhos no plenário da Casa, defendendo a resolução de questões antigas.
A principal delas, o projeto do Plano Diretor Urbano, só deverá ser solucionada nos três últimos meses de 2011, já que segundo o presidente da CMM, vereador, Isaac Tayah (PTB), o Executivo Municipal só deverá encaminhar o projeto para a apreciação em meados do mês de outubro.
“Temos que nos preparar para recebermos esse projeto, que proporcionará a nossa cidade novas alternativas de crescimento. Não podemos admitir que Manaus continue crescendo de forma desenfreada”, elencando alguns outros pontos que deverão ser trabalhados nesses seis últimos meses do ano.
“Queremos dar continuidade a projetos como o Câmara Itinerante, que infelizmente tivemos que dar uma pausa por conta das adversidades do nosso clima. Também queremos rever as formas de convocação para as tribunas populares feitas no plenário, temos que alinhar essa metodologia para evitar que situações venham a interferir na relação dos vereadores e dos convidados”, destacou Tayah.
Sempre avesso à ideia de formação de CPIs (Comissão Parlamentar de Inquérito), Tayah se disse preocupado em evitar que a CMM se torne palco de disputas eleitorais. “Não podemos esquecer que estamos diante de um ano eleitoral”, alertou.
O petebista sinalizou ainda a revisão do RI (Regimento Interno) da CMM, segundo ele, a elaboração de emendas ao RI também é prioridade. A medida visa solucionar problemas de interpretação do processo político da Casa.

Sem pressa

O vereador Luiz Alberto Carijó (PTB), não vê problemas nos prazos do projeto. Em seu discurso, o parlamentar sugeriu que o Plano Diretor não seja feito a “toque de caixa”. Segundo Carijó, é necessária a realização de discussão ampla do assunto, sem preocupação com a “demora”. “O Plano Diretor é imprescindível, e por isso deve ser elaborado com cautela. Essa metodologia já deu certo em outras cidades do país e com Manaus não será diferente. Ao concluirmos este trabalho daremos uma resposta efetiva à população amazonense”, salientou.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email