Tribunal ergue monumento em homenagem às vítimas da Covid e profissionais de saúde

Como forma de homenagear as vítimas da Covid-19 no Amazonas e os profissionais de Saúde que estão na linha de frente ao combate da doença, o TCE-AM inaugurou, na quinta-feira (15), um monumento nas dependências da Corte de Contas.

A homenagem foi idealizada pelo presidente do TCE-AM, conselheiro Mario de Mello, que aproveitou as solenidades em comemoração ao aniversário de 70 anos da Corte de Contas para expressar as condolências às vítimas e o sentimento de gratidão àqueles que estão nessa árdua missão de combate ao novo Coronavírus.

Ao prestar homenagens às famílias das vítimas, o presidente, de forma emocionada, falou sobre o legado deixado por àqueles que perderam as vidas para a Covid-19.

“Nós não nascemos para morrer, morremos para renascer. Se morremos aqui, é apenas para provar que vivemos. Nossa viagem continua, agora nas dimensões azuis da eternidade celestial” destacou o presidente do TCE-AM, Mario de Mello.

Dentre os quase 40 profissionais de saúde homenageados no monumento, seis perderam as vidas no combate à Covid-19: Gecilda Albano Peçanha, assistente social da Semasc; e os médicos Carlos Roberto de Medeiros, Juarez Klinger do Areal Souto, Raimundo Ferreira Rodrigues, Rangel Alves Ruiz e Rodolfo Walter Garcia Arimendi.

Câmaras do TCE já julgaram mais de 2,4 mil processos neste ano

​Mesmo com o trabalho em homeoffice em decorrência da pandemia do novo coronavírus, a Primeira e Segunda Câmara do TCE-AM julgaram, de janeiro a setembro deste ano 2.423 processos – número recorde – e não tem processos à espera de julgamento.

Os números foram divulgados pelos presidentes da 1ª e da 2ª Câmara, respectivamente, conselheiros Josué Claudio de Souza Filho e Ari Moutinho Júnior.

Os dados refletem que mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, com a interrupção das atividades presenciais na Corte de Contas e a instituição do trabalho em homeoffice, em abril deste ano, as Câmaras mantiveram o julgamento dos processos no Plenário Virtual elaborado pelo TCE-AM.

“Tenho dito que nós nos reinventamos como Tribunal e garantimos o pleno funcionamento do Tribunal de Contas do Amazonas. Não ficamos sequer um dia sem analisar processos, sem que nossos servidores estivessem, mesmo que em homeoffice, trabalhando em prol da sociedade amazonense”, disse o presidente do TCE-AM, conselheiro Mario de Mello.

Profissionais de saúde recebem diploma de honra ao mérito 

O presidente da Corte de Contas, conselheiro Mario de Mello, prestou homenagem aos profissionais da saúde que estiveram (In Memoriam) e ainda estão na linha de frente do combate à Covid-19. Na solenidade, foram homenageados mais de 845 profissionais de Saúde.

“Neste cenário de guerra, só que contra um inimigo invisível e letal, sobressaíram-se os profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros, assistentes de enfermagem, fisioterapeutas, farmacêuticos, nutricionistas, psicólogos e também todo o pessoal de apoio administrativo dos hospitais, na linha de frente do combate ao coronavírus, honrando o juramento que fizeram, e expondo-se sem medo à enfermidade que, infelizmente, abateu e tirou alguns desses heróis de nosso convívio”, afirmou o presidente do TCE-AM, Mario de Mello.

Estavam presentes na solenidade a coordenadora-geral da Escola de Contas Públicas do TCE-AM, conselheira Yara Lins dos Santos, o auditor Luiz Henrique Mendes, além do reitor da Fundação Universidade da Terceira Idade,Euler Ribeiro, e da Dra Cyrlane da Silva Santos, que ministraram palestras sobre a importância da prevenção à Covid-19 e os cuidados com a saúde mental.

Ex-presidente da Câmara de Manaquiri é multado em R$ 74,4 mil

O ex-presidente da Câmara Municipal de Manaquiri, vereador Antonio Silva de Holanda, foi multado em R$ 74,4 mil pelo TCE-AM, na terça-feira (20), por irregularidades no exercício financeiro de 2017.

O relator do processo, auditor Mário Filho, após avaliar a análise feita pelos órgãos técnicos do TCE-AM, identificou que o gestor não deu justificações plausíveis para a inexistência de relatórios, auditorias e inspeções necessárias para avaliar a efetiva atuação da administração.

O então presidente da Câmara de Manaquiri também foi responsabilizado por nomear, de forma irregular, servidor sem formação acadêmica para cargo superior; não apresentar de atas das sessões legislativas e não descontar ausências injustificadas de vereadores. 

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