Spread bancário pode parar de cair, diz Febraban

Os “spreads’’ bancários (diferença entre a taxa paga pela instituição financeira para captar recursos e a cobrada de seus clientes em empréstimos) recuaram nos últimos meses, em relação aos picos observados no momento mais grave da crise internacional.
A partir de agora, contudo, o ritmo de queda deve diminuir -em algumas modalidades de financiamento, os “spreads’’ podem inclusive aumentar, de acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).
“Favorecendo juros menores estão o aumento da competição entre as instituições e a sua crescente disposição em dar crédito’’, afirmou Rubens Sardenberg, economista-chefe da entidade, em entrevista coletiva concedida à imprensa ontem.
“Fatores que prejudicam a redução do ‘spread’ permanecem, como a elevada carga tributária’’, frisou, acrescentando que a inadimplência contribuiu para que as taxas não caiam mais.

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