Sony lança ar-condicionado individual

A Sony está lançando um aparelho de ar-condicionado individual. É isso mesmo, um aparelho refrescante para chamar de seu. O dispositivo consiste em uma peça do tamanho de um mouse que o usuário coloca nas costas, próximo ao pescoço, e que tem capacidade de controlar a temperatura corporal.

Chamado de Reon Pocket, o dispositivo acompanha uma camiseta com um bolso nas costas, onde ele deve ser “instalado”. Ele conta com uma bateria e uma saída de ar, o que pode ser usado tanto para refrescar quanto esquentar o corpo do usuário, a depender da necessidade.

Segundo a empresa, é possível reduzir até 13ºC em dias de calor. Do contrário, o dispositivo aumenta em até 8ºC nos dias mais frios. Segundo a página da Sony, a proposta não é que você utilize o Reon Pocket durante todo dia, mas para sair na rua ou em ambientes que não são climatizados. O motivo disso é que a bateria aguenta no máximo 4 horas de utilização mediana, com duas horas de carga.

O aparelho também é controlado por um aplicativo para Android e iOS, através do qual é possível escolher a potência do ar-condicionado ou colocar no modo automático, que se adapta de acordo com a variação externa de temperatura.

O aparelho chega somente ao mercado japonês, ao equivalente a US$ 120 (aproximadamente R$ 640), sendo que cada camiseta custa US$ 20 (cerca de R$ 100).

Dona da 99 prevê um milhão de robotaxis até 2030

Controladora da brasileira 99, a gigante chinesa Didi Chuxing afirmou que pretende operar mais de 1 milhão de carros autônomos por meio de sua plataforma até 2030. A afirmação foi feita por Meng Xing, diretor de operações da divisão de direção autônoma da empresa, em uma conferência online realizada pela jornal South China Morning Post.

Segundo o executivo, a Didi está desenvolvendo tecnologias de direção autônoma e planeja implantar os robotaxis, inicialmente, em áreas onde há escassez de veículos e sistemas de transporte público. No mês passado, a empresa concluiu uma rodada de captação de recursos de mais de US$ 500 milhões para a sua divisão autônoma, liderada pelo Vision Fund 2, o braço de investimentos em empresas de tecnologia do SoftBank Group.

No ano passado, a Didi já havia afirmado que começaria a usar veículos autônomos para transportar passageiros em Pequim, Xangai e Shenzhen já em 2020. Além disso, ela planeja expandir esse sistema para outros países em 2021.

As montadoras e empresas de tecnologia na China estão investindo bilhões de dólares no setor de direção autônoma. O objetivo é competir com empresas como Tesla, Alphabet (controladora do Google), Waymo e Uber. Enquanto alguns especialistas do setor já afirmaram que ainda levará um certo tempo para que o público confie plenamente em veículos autônomos, Meng vai na contramão das previsões. Ele disse que a Didi está desenvolvendo carros autônomos com o grupo chinês BAIC e que o processo já está em fase adiantada. Com isso, ele espera que automóveis do gênero estejam em produção em massa até 2025.

Acelerador de partículas brasileiro em ação

Na última semana, o acelerador de partículas brasileiro Sirius, que está situado dentro do campus do CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, em Campinas (SP), anunciou resultados do primeiro experimento da máquina, que consistiu num estudo feito em cristais de proteínas do SARS-Cov-2.

Na prática, a primeira estação de pesquisa a entrar em funcionamento no Sirius (a linha de luz MANACÁ) é capaz de revelar detalhes da estrutura de moléculas biológicas, como proteínas virais. Nessas análises iniciais, pesquisadores do CNPEM observaram cristais de uma proteína do coronavírus imprescindível para o ciclo de vida do patógeno. Os primeiros resultados revelam detalhes da estrutura dessa proteína, visando compreender a biologia do vírus e apoiar pesquisas que buscam novos medicamentos para a covid-19.

Usando a difração de raios, a linha de luz MANACÁ é capaz de revelar a posição de cada um dos átomos que compõem a proteína estudada. O início dos experimentos nas instalações do Sirius envolve testes em que milhares de parâmetros são avaliados. “Resolvemos primeiramente a estrutura de proteínas bem conhecidas, como lisozima –uma molécula presente na nossa lágrima, e saliva. Reproduzimos as medidas esperadas para essas amostras-padrão e, então, ao verificarmos a boa performance da máquina, seguimos para a coleta de dados de experimentos reais, com cristais de proteínas do SARS-CoV-2”, explica Ana Carolina Zeri, pesquisadora que coordena a primeira estação de pesquisa a entrar em operação.

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