Sindicato denuncia produtos ilegais

O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Brinquedos vai denunciar às autoridades competentes a fabricação de brinquedos de forma irregular, informou, ontem, Maria Auxiliadora dos Santos, presidente da entidade.
Segundo Maria Auxiliadora, os lojistas que comercializarem os produtos irregulares, especialmente para o dia 12 de outubro estarão compactuando com o crime de colocar em risco a vida das crianças.

De acordo com Maria Auxiliadora, os brinquedos importados, especialmente os fabricados na China oferecem risco para a vida e segurança das crianças e não se enquadram nas normas exigidas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia).

Maria Auxiliadora declarou que os produtos importados da China não têm o mesmo preço de custo dos brasileiros, porque naquele país não existem as altas taxas de encargos fiscais como as que o Brasil impõe.
A China também não adota medidas para proteger os direitos da propriedade intelectual e nem de combate à pirataria, que a cada dia toma conta do comércio.

Mão-de-obra barata

Na busca de mão-de-obra escrava e custo menor para a produção, empresas multinacionais se instalam na China, terceirizaram a produção e o resultado são produtos em elevada quantidade, mais baratos, porém, de qualidade duvidosa.

Indústria reduzida

Vale lembrar que com a abertura do mercado brasileiro para os brinquedos importados, contrabandeados, pirateados, pecialmente os fabricados na China e pela empresa Mattel, reduziu substancialmente a indústria brasileira, na década de 90 o mercado nacional detinha cerca de 618 empresas com 45 mil trabalhadores na base. “Vamos continuar na batalha pela manutenção dos empregos na indústria nacional e a segurança de nossas crianças”, comentou a sindicalista.

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