Os analistas sul-coreanos não estão muito otimistas com as vendas na Samsung nesse final de ano. De acordo com previsões recentes, a marca deve quebrar seu padrão de nove anos e terminar 2020 com menos de 300 milhões de smartphones vendidos.

Sem muita surpresa, a pandemia de COVID-19 e o fechamento do comércio, que afetou muitos mercados principalmente durante o primeiro semestre deste ano, são os principais motivos para a queda nas vendas não só da Samsung, mas das principais fabricantes de celulares do mundo, como Huawei, Apple e Xiaomi.

Embora os números do quarto trimestre de 2020 ainda não tenham saído, a Samsung vendeu 189 milhões de celulares até o momento, sendo cerca de 80 milhões somente nos meses de julho, agosto e setembro. Ao que tudo indica, a fabricante deve manter essa marca entre outubro e dezembro, ou seja, fechando o ano com menos de 270 milhões de unidades vendidas. Se confirmado, isso quebraria uma sequência de vendas que vinha desde 2011 mantendo um total de 300 milhões de unidades vendidas ao ano.

Ainda segundo o relatório da imprensa sul-coreana, as previsões devem manter as expectativas da Samsung para 2021 um pouco acima de 300 milhões de unidades. Destes, 20 milhões devem ser dos chamados features phones e 280 milhões seriam divididos entre smartphones (230 milhões) e smartphones dobráveis (50 milhões).

A partir do ano que vem, a Samsung deve lançar mais aparelhos intermediários com suporte à rede 5G, o que deve contribuir para o aumento no número de unidades vendidas em relação a este ano. Além disso, a série Galaxy S21, prevista para janeiro, será a principal aposta da fabricante para os primeiros meses de 2021.

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