Propriedades rurais são cadastradas no Estado

A Codesav (Comissão Executiva Permanente de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), órgão ligado à Sepror (Secretaria de Estado da Produção Rural), desde ontem está cadastrando propriedades rurais que desenvolvem criações de bovinos, bubalinos e outros animais suscetíveis à febre aftosa em seis municípios amazonenses.

O objetivo principal da iniciativa é registrar a localização exata dessas propriedades, por meio de aparelhos GPS, e saber qual a quantidade precisa de animais em cada uma delas, auxiliando assim decisivamente nos trabalhos de prevenção contra doenças e vacinação do rebanho estadual.

A medida tem o objetivo de iniciar o processo de eliminação da febre aftosa junto ao Mapa (Ministério da Pecuária, Agricultura e Abastecimento). “Vamos começar pelos municípios que têm maior rebanho. No Estado do Amazonas, isso não é difícil, haja vista que a maior população desses animais está concentrada em poucas cidades”, disse o titular da Sepror, Eron Bezerra.
Nesta primeira etapa, os técnicos da Codesav visitarão os municípios de Parintins, Nhamundá, Barreirinha, Autazes, Apuí e Itacoatiara.

O cadastramento será feito com recursos do Mapa, no valor de aproximadamente R$ 1,1 milhão, e envolverá o trabalho de aproximadamente 200 pessoas, entre técnicos da Codesav e pessoal de apoio a ser contratado.

Defesa animal

Segundo o gerente de defesa animal da Codesav, Severino Azevedo, a intenção do governo estadual é conhecer a realidade do rebanho amazonense e também acompanhar estatisticamente a sua evolução.

“Atualmente nós trabalhamos com a projeção de um rebanho de aproximadamente 1,4 milhão de cabeças, mas é possível que esse número seja bem maior”, comentou Azevedo.

“Com essa ação nós vamos ter uma fotografia uniforme do rebanho, facilitando muito mais o nosso controle e as ações de prevenção”, complementou o gerente.

Zona livre

Apesar de esta ser a primeira etapa dos trabalhos, o cadastramento já foi executado experimentalmente em três municípios amazonenses –Careiro da Várzea, Boca do Acre e Guajará. Os dois últimos, inclusive, são as únicas regiões do Amazonas a possuírem o status de Zona Livre de Aftosa com Vacinação, condição que garante o livre trânsito e comercialização de produtos animais.

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