15 de abril de 2021

Governo federal avisa que ZFM não perdeu a força

A decisão do Estado de São Paulo de desonerar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria) para atrair o interesse de investidores na fabricação de tablets para o parque industrial paulista gerou dúvidas quanto à competitividade do PIM

A decisão do Estado de São Paulo de desonerar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria) para atrair o interesse de investidores na fabricação de tablets para o parque industrial paulista gerou dúvidas quanto à competitividade do PIM (Polo Industrial de Manaus) durante a reunião do CAS (Conselho de Administração da Suframa) realizada na quinta, 28.
O secretário-executivo do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Alessandro Teixeira, declarou que trabalhar a produção de tablets em outras unidades federativas brasileiras não é tirar a competitividade da ZFM. “O fato de ter uma ou mais empresas fabricando tablets em outros Estados vai acirrar a concorrência, sem prejudicar o Polo”, argumentou.
De acordo com a titular da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), Flávia Grosso, o decreto diminui sim, mas não tira a competitividade do parque industrial da capital amazonense. “O modelo continua forte e o fato de termos dois projetos para produção de tablets na pauta de hoje prova que as indústrias acreditam na Zona Franca de Manaus. Estamos otimistas”, enfatizou.
Durante a reunião, foram aprovados os projetos de diversificação das empresas Positivo Informática (investimento de US$ 19.4 milhões e geração de 27 postos de trabalho) e Samsung Eletroeletrônica (US$ 20.6 milhões, com 54 novos empregos) para a produção de tablets. Juntas elas somam US$ 40 milhões em investimentos e geração de 71 novas vagas nos próximos três anos.

Polo de duas rodas

Entre os projetos de diversificação, destaque para o polo de duas rodas, que continua atraindo investimentos. A Metalfino da Amazônia, por exemplo, aprovou investimento de US$ 4.8 milhões e criação de 72 novas vagas de trabalho.
Já os 19 projetos de implantação prometem injetar US$ 153.7 milhões no PIM e gerar 1.457 novos empregos. Entre eles estão as iniciativas da Pionner e da Jabil, que pretendem produzir câmeras de vídeo de imagens fixas. O valor injetado será de US$ 2.6 milhões e US$ 694 mil, respectivamente. A Pionner vai gerar 121 empregos e a Jabil, 353 novos postos.

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