16 de abril de 2021

Setor amarga estagnação

Apesar dos indicadores apontarem a aceleração da indústria de construção civil neste segundo trimestre, de acordo com dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o Amazonas não parece ter sentido o mesmo ‘efeito’ no segmento.

Apesar dos indicadores apontarem a aceleração da indústria de construção civil neste segundo trimestre, de acordo com dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o Amazonas não parece ter sentido o mesmo ‘efeito’ no segmento.
O vice-presidente do Sinduscon/AM (Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Amazonas), Frank Souza, argumenta que a entidade ainda não possui os dados consolidados a respeito de abril a junho, mas a previsão é que o saldo continue equiparado ao dos primeiros três meses do ano.
Proprietário da Fechacom, ele também comenta que a empresa, destinada ao acabamento em construção e movelaria, apresenta estabilidade, até mesmo em comparação a 2010.
Embora a pesquisa de Demanda do Consumidor de Crédito, da Serasa Experian, tenha mostrado um incremento de 13,5% no primeiro semestre de 2011, surpreendendo os economistas da institui–ção, Souza responde que a redução na oferta de crédito é um dos fatores primordiais para a estagnação dos números, assim como a alta nos juros.
Este acesso também foi considerado difícil pelos analistas da Confederação, porém, menos disseminado que no trimestre anterior.
Neste ano, o Copom (Comitê de Política Mone–tária) chegou a elevar a taxa básica de juros cinco vezes. Na última reunião, o aumento foi de 0,25 ponto percentual, resultando nos juros com o patamar mais alto desde janeiro de 2009 (12,50% ao ano).
No caso da Capital Rossi, o diretor da construtora, Pauderley Avelino, declara que o “mercado imobiliário está aquecido e outros indicadores macroeconômicos, como a estabilização da economia e do emprego, garantem o bom desempenho do setor”.

Segundo semestre

Apesar de já ter conseguido lançar cinco empreendimentos em apenas um semestre, a empresa conseguiu boas cifras neste início de ano, segundo Avelino. Foram lançados três empreendimentos na região, como exemplo o Ideal Torquato, com a segunda etapa de comercialização realizada nos dias 16 e 17 de julho.
Contudo, de acordo com o vice-presidente do Sinduscon/AM, o grande impulso para o segmento amazonense se dará neste último semestre.

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