1 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Executivo da Toyota vem ao Brasil falar sobre a cultura da marca

Mesmo na atual crise financeira americana, a Toyota não demitiu, apenas adotou o processo de demissão voluntária. Preferiu manter sua força de trabalho ociosa prestando serviços à comunidade onde suas fábricas estão instaladas no território americano.

Michael Houses, autor de várias obras sobre a “Toyota Culture”, muitas em parceria com Jeffrey Liker, outro grande estudioso do “Toyota Way”, estará em São Paulo, no dia 11 de maio próximo, para transmitir a sua experiência como bem sucedido executivo da Toyota americana para cerca de 300 empresários e executivos das maiores corporações brasileiras.
Houses que por vários anos exerceu cargos de liderança na sede americana da companhia, nas áreas de recursos humanos, produção, operação, manutenção e engenharia, tem como estímulo o conhecido pensamento de Koichiro Toyota, fundador da montadora japonesa, de que “cada pessoa cumprindo seus deveres com alto desempenho, pode gerar grande energia coletiva e a cadeia dessa energia gera um círculo de força admirável”.

Valorização das pessoas

Um dos temas que pode ganhar destaque no encontro é que no atual contexto mundial, onde os processos produtivos são prioridade em detrimento das pessoas, a Toyota vai na contramão dessa prática e prefere valorizar sua força de trabalho, obtendo resultados altamente positivos.
A “Cultura Toyota” é baseada no respeito e na valorização de seus colaboradores, através do desenvolvimento profissional e individual contínuo e estabelecendo um fluxo de valores entre pessoal e produção, o que resultou no reconhecido sucesso da empresa japonesa, que recentemente assumiu a posição de liderança mercadológica nos Estados Unidos, suplantando a suposta imbatível General Motors.
Mesmo na atual crise financeira americana, a Toyota não demitiu, apenas adotou o processo de demissão voluntária. Preferiu manter sua força de trabalho ociosa prestando serviços à comunidade onde suas fábricas estão instaladas no território americano. Os empregados disponíveis para essa tarefa passaram a reformar e pintar escolas, creches, asilos, incorporarem-se à defesa civil, dar aulas, enfim, contribuir para o benefício da sociedade carente, sem perda de seus salários.
Essa conduta gratificou os empregados e repassou um conceito corporativo altamente positiva à Toyota, em plena crise de imagem por que passam as empresas americanas.

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