A Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), que  desenvolve um amplo trabalho de consultoria e implantação de programas de PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) em empresas de diversos setores da economia, analisou as reivindicações dos metroviários de São Paulo, principalmente em relação à forma de distribuição do pagamento, ponto principal do conflito entre o sindicato e governo.
De acordo com o entendimento da entidade, a forma de pagamento proporcional da PLR, ou seja, aquela em que cada funcionário recebe um percentual de seu salário base, é a mais adequada e utilizada.
O programa de PLR contempla a existência de metas a serem alcançadas para a eficácia da gestão empresarial e o grau de empenho dos colaboradores no alcance das mesmas é diretamente proporcional à responsabilidade de cada cargo.

Premiar trabalhador

Federação do Comércio de São Paulo também esclarece que a PLR não é um mecanismo de distribuição de renda, mas de premiação pelo alcance de metas negociadas entre as partes, e que por isso está diretamente relacionada a função de cada trabalhador dentro da instituição. 
Além disso, a Fecomercio observa que a lei estabelece que a forma de pagamento, bem como a possível antecipação dos valores,  devem ser definidas em negociação  celebrada anteriormente. Tal acordo, após sua celebração, tem força de lei, pois possui a anuência das partes.

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