Porto injeta R$ 6 milhões em centro de compras

Investimentos superiores a R$ 6 milhões estão sendo destinados à revitalização e transformação da área do Porto de Manaus em um centro de compras, lazer e turismo. O anúncio, feito no último fim de semana pelo presidente da EHA (Estação Hidroviária do Amazonas), Júnior de Carli, aposta no retorno da rede varejista Lojas Americanas S/A e na inauguração de um grande centro atacadista naquele local.
Com uma área útil estimada em cerca de 1.700m², o primeiro piso da Estação Hidroviária foi arrendado, segundo Júnior de Carli, por cinco anos ao valor inicial de R$ 2 milhões e já está sendo adaptado para receber as Lojas Americanas, cuja previsão de inauguração é em dezembro deste ano, momento no qual poderão ser criados mais de 100 novos postos de trabalho.
Com relação a qual bandeira vai assumir o arrendamento do armazém 23, o empresário adiantou apenas que dois grandes atacadistas da cidade travam uma disputa silenciosa pela área. “Dentro de 60 dias, já teremos um resultado sobre qual deles vai explorar comercialmente por cinco anos aquele armazém”, afirmou De Carli, acrescentando que simultaneamente ao início das obras de remodelação do primeiro piso, ocorre a ampliação do estacionamento interno e a reestruturação da antiga área internacional para abrigar todos os lojistas transferidos do primeiro piso e proporcionar conforto aos clientes.
A retomada dos negócios em Manaus pelas Lojas Americanas, segundo De Carli, vem cercada de grande expectativa pela possibilidade de atrair público consumidor para o Porto de Manaus, já que está prevista a construção de cinco salas de cinema e um auditório logo após a inauguração da rede varejista, no início de 2008.
“Os investimentos nesse processo de revitalização e transferência de locatários para o segundo piso já alcançam os R$ 4 milhões, mas até o fim do primeiro semestre de 2008, possivelmente esse montante ganhará um acréscimo de pelo menos 15%”, assegurou o empresário.

Disputa por mercado é salutar, avaliaTadros

Para o presidente da Fecomercio (Federação de Comércio do Estado do Amazonas), José Roberto Tadros, o retorno da rede varejista à cidade é uma prova da importância do mercado manauense na economia do Norte. O dirigente entrevê que a concorrência com outras empresas, como DB, Carrefour e Casas Roma, será salutar para o público consumidor e resultará em aumento na arrecadação de tributos para o Estado.
“Não há como negar que, em sendo a terceira renda per capita do país e a sexta maior capital, Manaus é um mercado atrativo para grandes redes como as Lojas Americanas”, afirmou Tadros.

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