Crise aérea resulta em elevação de gastos com combustível para TAM

A TAM elevou seus gastos com combustível em US$ 7.5 milhões no segundo trimestre de 2007 por conta da crise do setor, segundo informou na última sexta-feira o diretor financeiro e de relações do investidores da companhia, Líbano Barroso.
O executivo afirmou ainda que os gastos com atendimento de passageiros que tiveram seus vôos atrasados em mais de quatro horas totalizaram US$ 3 milhões. Foram despesas com hotel e alimentação, principalmente.
Em teleconferência com analistas para comentar os resultados financeiros do período, o executivo preferiu não estimar a perda de receita por conta dos problemas enfrentados no intervalo, mas afirmou que o maior impacto foi registrado nos rendimentos (yields). Entre abril e junho de 2007, o yield regular doméstico da empresa caiu 23,6%, para 22,25 centavos de real. Barroso lembrou que, apesar das dificuldades, a empresa registrou no segundo trimestre uma taxa de ocupação de 72,1%, acima da média do mercado, que foi de 70%.
O diretor da TAM disse, no entanto, estar confiante na recuperação dos yields no terceiro trimestre de 2007. Segundo ele, nos primeiros dias de agosto a empresa registrou uma taxa de ocupação média de 60%, abaixo da média histórica para o mês (64%), mas a expectativa é de retorno aos níveis normais até o final do período. “A tendência é de recuperação, apesar do indicador ter ficado abaixo nos primeiros dias de agosto”.

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