Cota de exportação de terras-raras é elevada em 97,3% para o 2º semestre

A China elevou em 97,3% sua cota de exportação de terras-raras para o segundo semestre deste ano, para 15.738 toneladas, de 7.976 toneladas estabelecidas para o mesmo período do ano passado, de acordo com o Ministério do Comércio. O aumento ocorre em meio a tensões com os parceiros comerciais em relação ao controle chinês sobre os embarques das matérias-primas.
Não ficou claro se a quota abrange as ligas de ferro contendo terras-raras – uma regra anunciada por Pequim em maio como parte dos esforços do governo para restringir ainda mais o controle sobre os metais cada vez mais lucrativos.
O comissário da União Europeia para o Comércio, Karel De Gucht, que se reuniu na quinta-feira, 14, com o ministro do Comércio da China, Chen Deming, para discutir uma série de questões incluindo terras-raras, não quis comentar especificamente as alterações da cota.
Mas De Gucht, um crítico das restrições chinesas sobre as terras raras, afirmou que “o que a indústria precisa é de previsibilidade” e instou a China a publicar as quotas “mais antecipadamente”.
“Eles já indicaram que vão mudar sua política e percebem que têm que mudá-la, disse o comissário a jornalistas após uma reunião de quatro horas com Chen.
A China produz mais de 95% das terras-raras do mundo, que incluem 17 elementos essenciais para a fabricação de produtos que vão desde iPods a carros com motores com baixa emissão de carbono e mísseis.

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