13 de abril de 2021

Comunicação distorcida perde força

Nosso encontro desta semana versa sobre um assunto muito em pauta nas organizações.

Nosso encontro desta semana versa sobre um assunto muito em pauta nas organizações. Mesmo porque neste século as empresas na busca constante por competitividade, investem somas significativas em maquinários e demais equipamentos de tecnologia de ponta, mas esquecem de incluir no planejamento estratégico anual, um percentual na integração e capacitação de seu time. Desta feita desejamos compartilhar com o leitor a necessidade de ampliar e multiplicar os canais de comunicação no seio das empresas para fluência do que se planejou ao longo do período. O empresário deveria saber que para se alcançar resultado desejado, urge a necessidade de afinar sua grande orquestra para uma sintonia perfeita, isto é, para felicidade geral e a sobrevida de seu empreendimento.

Linguagem diminuta ao calor dos ressentimentos
Fato é que até nosso tom de voz poderá prover a paz ou incitar à guerra. A mesma língua que abençoa poderá cometer pecados mortais quando não consegue fazer uma análise mais apurada dos fatos sem destorcê-los. Antes de julgar ou usar o costumeiro hábito de fazer prejulgamentos, numa completa precipitação, lembre-se que ausência de comunicação poderá virar um verdadeiro caos na empresa com prejuízos incalculáveis. O ato de destorcer um fato sem usar o comportamento adequado é semear discórdia. A resultante deste conjunto de atitudes impensadas, é uma linguagem diminuta ao calor dos ressentimentos. É bom desenvolver habilidade de comunicador para saber usar o feed-back positivo como principal fio condutor para maior ganho nas relações humanas. É a chamada comunicacao sem cor. Em outras palavras, as interpretações chegam ao receptor de forma destorcida. É natural que uma comunicação destorcida perca força e ceda lugar ao ódio e a discórdia.

Feedback, precisamos aprender para usá-lo
Pessoas e ambientes, líderes e comandados, enfim todos responsáveis pela construção do equilíbrio irrestrito nos espaços corporativos e domésticos. Quando o feedback não é usado adequadamente, acabamos por criar na mente de nossos pares uma imagem distorcida do que realmente somos ou desejamos passar como impressão. Quando não se consegue estabelecer um canal correto de comunicação, damos margem para pessoas fazerem juízo de valor a nosso respeito. Nesta vida tudo é passível de avaliação. Uma realimentação positiva surte um efeito benéfico, tanto para quem recebe, quanto para quem o dá.
Caso ainda não tenha aprendido a dar um bom feedback, evite usar de precipitações. O pré-julgamento de que se faz de alguém que mal conhecemos é algo arriscado e pretensioso. Diz o ditado “se queres conhecer um pouco a respeito de alguém sente à mesa com ele”. Em outras palavras para se fazer qualquer avaliação de uma pessoa que pouco se conhece, é no mínimo uma atitude irresponsável e pouco recomendável. Sempre que palestramos em alguma empresa lembramos da frase do autor que nos ensina “todos são duplamente có-responsáveis pela promoção da harmonia dos ambientes profissionais e domésticos”. Ainda precisamos aprender sobre a forma correta de nos comunicar para evitar os desencontros.

A primeira impressão marca nosso território no mundo
Inicialmente responda para si próprio. O que você está fazendo de você?
Na verdade estamos numa guerra contra nosso próprio ego. Quando nossa comunicacao esta deficitária, em certos momentos, por conta da baixa auto-estima, nos envolvemos em questões diminutas, construímos intrigas, cultivamos no coração antipatia gratuita por alguém que nem sabe que seu nome está sendo “citado no banco dos réus”. Ao invés de somar esforços para um bem comum, estamos dividindo. Estamos fragmentando os relacionamentos. Em bom português, estamos afastando as pessoas de nós.

A comunicação constrói ou destrói uma imagem
Precisamos parar um pouco, fazer uma auto-análise de como estamos nos comportando diante de situações tensas. O autor Rui Oliveira, salienta que viemos ao mundo com uma predisposição de r

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