A segunda onda e seus questionamentos

O Brasil está passando pela segunda onda do Novo Coronavírus, como aconteceu no hemisfério norte há uns seis meses. Embora todos no mundo tenham agido com medidas de Isolamento Social, a análise mostra que o movimento foi similar na maioria dos países que divulgam dados para o mundo. 

A onda brasileira foi (e está sendo) a maior e mais forte em todo o mundo, matando mais e atingindo também um público mais jovem, e a causa pode ser variações do vírus principal, com a formação de outras cepas mais fortes do Covid-19.

O que fica claro é que poucos países conseguiram (ou estão conseguindo) passar pela pandemia com pouco estrago. 

A Nova Zelândia foi radical (se fechou totalmente) e teve ótimos resultados. Mas a NZ é uma ilha, não se entra lá por terra e tem pouca gente morando lá.

Jogar na defesa como o Brasil e a maioria dos países, com promoção de decretos restritivos em todos os estados é uma medida conservadora de governantes, que pensam em não ser taxados de relapsos e desumanos lá na frente, mesmo que possam ser considerados promotores de quebradeiras na economia e de desempregos em massa. 

O conceito de atividades essenciais é relativo. Depende de valores culturais. Mas a pandemia retirou várias outras liberdades individuais que muitas delas também podem ser consideradas essenciais por algum modo de vida, alguma cultura. 

O momento segue sendo crítico e exige ainda muita cautela e seriedade do poder público e cumprimento das medidas sanitárias pela população. Os trabalhadores da saúde estão ainda mais cansados, exaustos e no limite com a pandemia do que o resto da população, e quando o número de infecções aumentou, como é o momento atual, eles que são exigidos ao limite, colocando suas vidas em risco ainda maior que os demais. 

Temos ainda meses de pandemia pela frente e cuidar dos nossos profissionais da saúde, para que eles possam cuidar da nossa população, deve ser a prioridade número um do poder público.

Foto/Destaque: Divulgação

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