13 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Venda de carros cai no Estado

As vendas de veículos no Amazonas recuaram 10,55% no mês de setembro, comparado com o mês de agosto. Todos os segmentos apresentaram quedas

As vendas de veículos no Amazonas recuaram 10,55% no mês de setembro, comparado com o mês de agosto. Todos os segmentos apresentaram quedas.
Automóveis e comerciais leves venderam 3.017 unidades no nono mês do ano, contra 3.369 vendidas no mês anterior. Já as motos venderam 244 unidades a menos do que em agosto, que chegou a 2.213. Caminhões e ônibus tiveram uma queda de 8,53% nas vendas nesse mesmo período.
Mas no acumulado, este ano as vendas estão melhores que em 2010. Foram vendidos 47.375 veículos em 2011, acima 5,81% do acumulado de janeiro a setembro do ano passado, onde as vendas chegaram a 44.773 de novos veículos.
Em comparação com setembro de 2010, o único segmento que apresentou alta nas vendas foi o de caminhões e ônibus, de 74,72%. No entanto, ainda comparando com setembro do ano passado, o desempenho na venda de veículos apresentou uma retração de 8,89%. Os dados são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
Até mesmo com os dados de todo o Brasil, comparando com agosto, a venda de veículos em setembro teve queda de 4,9%, com 311.648 unidades vendidas. Ainda assim, essa quantidade representa um aumento de 1,5% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Maior procura por importados

Com o anúncio da elevação em 30% do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) feito pelo governo federal no dia 15 de setembro, causou uma procura maior por carros importados. O aumento será cobrado sobre os carros não possuem pelo menos 65% de conteúdo nacional e já deve ser sentido pelos consumidores até o final deste mês. A venda de carros importados no país cresceu 10,5% em setembro, de acordo com dados da Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores).
Mais de 75% das importações de carros são feitas pelas montadoras instaladas no Brasil. No entanto, apenas uma pequena parte desses veículos sofrerá aumento de preço por conta da elevação do IPI. Montadoras como Fiat, Renault e Nissan trazem carros do México, Uruguai e Argentina, com os quais o Brasil possui acordos automotivos. Logo, não haverá impacto da medida governamental. A GM, apesar de ser líder no ranking de importadores, possui apenas 1% nas vendas de seus produtos, considerando o acumulado até agosto dos emplacamentos. Os carros importados pela GM vêm da Austrália, Canadá e Estados Unidos. Também possuem percentuais baixos a Peugeot (3%), Toyota (4,5%) e Citroën (6%).

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