7 de maio de 2021

Uber amplia suporte a mulheres

Em um ano de desafios econômicos e sociais sem precedentes, as mulheres precisaram se desdobrar mais do que nunca para conciliar a atividade profissional com cuidados com a família e a casa. E foi justamente nesse cenário que uma pesquisa realizada pelos Institutos Locomotiva e Patrícia Galvão, com apoio da Uber, identificou que para 84% das mulheres ter autonomia está diretamente relacionado a ter um trabalho flexível.

A pesquisa ouviu 3.490 mulheres (motoristas e não motoristas) de todo o Brasil entre os dias 3 e 22 de outubro de 2020. Para 91% das parceiras, o trabalho como motorista trouxe mais independência e autonomia. A renda gerada na atividade é fundamental tanto para elas quanto para suas famílias, já que 92% sustentam ao menos uma pessoa com os ganhos obtidos utilizando plataformas. A flexibilidade para cuidar de si e da família é um ponto valorizado para 94% dessas motoristas.

O levantamento também apontou que as motoristas parceiras se consideram mais totalmente independentes que as mulheres em geral (69% x 46%). Enquanto 61% das motoristas parceiras declararam possuir total autonomia financeira, apenas 36% das mulheres em geral disseram o mesmo.

A pesquisa também aponta que 80% das mulheres em geral e 90% das motoristas acreditam que muitas mulheres não conseguem sair de situações de violência doméstica porque não têm como se sustentar ou sustentar seus filhos. Além disso, para 79% das mulheres e 89% das motoristas, ter a própria renda dá mais condições para a mulher denunciar uma situação de violência doméstica.

“A importância da autonomia financeira aparece muito na percepção de que quando a mulher tem renda própria ela não precisa se sujeitar a situações de violência doméstica. Assim, conjugar autonomia financeira com trabalho flexível é percebido pelas mulheres como uma alternativa da maior importância”, destaca Jacira Melo, diretora do Instituto Patrícia Galvão.

De olho nessa realidade, a Uber anunciou que vai expandir o programa Elas na Direção para todo o território nacional. Até o dia 8 de dezembro, todas as motoristas parceiras do Brasil já terão acesso a todas as ferramentas do projeto. Criado em parceria com a Rede Mulher Empreendedora, no fim de 2019, o projeto visa aumentar e fortalecer a comunidade de motoristas parceiras da Uber no Brasil, contemplando tanto mulheres que já dirigem usando o aplicativo como aquelas que ainda não se cadastraram.

Entre as novidades do programa, está a ferramenta U-Elas, que permite que mulheres motoristas parceiras tenham a opção de receber somente chamadas de passageiras que se identificam como mulheres. “A ferramenta U-Elas pode ser ligada a qualquer momento e está disponível exclusivamente para parceiras mulheres e de identidade não-binária. Entendemos que esse é um primeiro passo para que, no futuro, tenhamos um número suficiente de mulheres dirigindo para também oferecer essa opção para usuárias mulheres com a mesma eficiência que é marca registrada da Uber”, afirma Claudia Woods, diretora geral da Uber no Brasil.

O programa conta com uma plataforma educativa que oferece cursos on-line sobre empoderamento pessoal e econômico, desenvolvidos em parceria com a Iniciativas Empreendedoras, a Rede Mulher Empreendedora e a economista Gabriela Mendes.

“Conquistar a independência financeira sem abrir mão da flexibilidade e ajustando a atividade profissional de acordo com sua rotina pessoal: essa é a oportunidade que a Uber está oferecendo para milhares de mulheres brasileiras com o programa Elas na Direção. Um ano após lançar o programa, estamos honrando nosso compromisso de levar esse projeto a todas as cidades do Brasil e continuar incentivando que mais mulheres assumam a direção das suas vidas, tenham novas alternativas de renda e conquistem seus objetivos e sua independência pessoal e financeira como motoristas parceiras da Uber”, reforça Woods.

Após a experiência de sucesso no Brasil, pioneiro mundial da iniciativa, o programa também foi lançado, nos últimos meses, em outros mercados da Uber na América Latina, como Costa Rica, Peru, Argentina, Paraguai e México.

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