Será que nosso melhor amigo pode mesmo transmitir a Covid-19?

Mesmo com toda a garantia da OMS (Organização Mundial de Saúde) de que ainda não existem evidências científicas sobre uma possível transmissão do coronavírus pelos animais domésticos, as dúvidas persistem para a maioria da população, dividindo a opinião de leigos e até de especialistas, imaginem!

O pânico atinge a todos. E para afastar o medo nesse cenário mundial de hecatombe, de tragédia, que lembra os filmes hollywoodianos, a melhor opção é a informação segura, de credibilidade cientifica, que deve vir de boas fontes – que tem hoje como maior referencial a própria OMS.

Muitas pessoas levam tão a sério essa possibilidade de que nossos amigos podem causar a Covid-19 que se afastaram compulsoriamente do seu melhor amigo de estimação, deixando-o confinado e longe dos seus afetos. 

Lembre-se de que os pets podem desenvolver depressão e tantos outros distúrbios de ordem emocional se ficarem distanciados de seus tutores. Eles precisam compartilhar esse carinho, essa cumplicidade no dia a dia, reforçando laços afetivos. 

Afinal, são mais de 100 mil anos de convivência pacífica. E não é à toa que o cão é considerado o melhor amigo do homem. E da mesma forma o gato, um felino que nos acompanha também há milhares de anos, sem esquecer ainda dos cavalos.

E agora, a principal pergunta cuja resposta ainda aflige a todos: cães e gatos podem mesmo transmitir a Covid-19? Fique tranquilo. Não existe nada que garanta a transmissão da doença pelos animais de estimação.

Recentemente, surgiu um estudo de que um tigre teria contraído a doença na China, onde começou a epidemia. Mas o assunto ainda está sob investigação pela ciência. E não encontrou a ressonância que se esperava junto à OMS.  Então, nada de alarde. Use o bom senso, a razão.

Nessa época de ‘fake news’, são veiculadas tantas informações nos meios de comunicação, espalhando o pânico, o terror. E desconfie se alguma delas não tiver fontes oficiais, seguras. Nada de tudo que se lê reflete realmente a verdade no turbilhão de notícias que visualizamos diariamente.

Por enquanto, a única evidência que se sabe é que os nossos amigos podem servir de transporte para o coronavírus. Sem atentar para os cuidados básicos recomendados pelos órgãos sanitários, alguém pode se infectar furtivamente ao tocar pelos, focinhos, trocar ‘lambeijos’, ao acariciar os animais.  

Portanto, redobre os cuidados nessa época de pandemia. Os coronavírus são conhecidos desde os anos 1960. Existem pelo menos 40 subtipos do micro-organismo. Os que atacam animais domésticos e silvestres só têm afinidade por eles.

Um coronavírus provoca problemas gastrintestinais em cães e outro causa a PIF (peritonite infecciosa felina) em gatos.

Ao contrário, esse que já vitimou e vem infectando milhares de pessoas em todo o mundo, só atinge seres humanos. Não se sabe como ele sofreu mutação, evoluiu tanto, causando a atual pandemia.

Vamos nos basear somente nas evidências científicas, sem deixar nossos amigos de lado. Cuide-se de você e também do seu melhor amigo adotando bons hábitos de higiene em casa e quando tiver necessidade de sair para algum compromisso.

DICA ANIMAL

Castração previne doenças!

A castração pode prevenir doenças no futuro. Se você não quiser um herdeiro de seu melhor amigo, então opte pela castração, tanto em machos quanto em fêmeas. Câncer, tumores de mama, distúrbios de próstata, hiperplasia prostática etc. figuram na lista de problemas que podem ser evitados no futuro.

Além de gastos excessivos com tratamentos, remédios e procedimentos complexos, pode-se livrar os pets de muito sofrimento. Eles sofrem muito e, com certeza, você não resistirá ao ver seu melhor amigo nessas condições.

Coceiras podem indicar problema renal!

Você já viu um pet que vez por outra manifesta coceiras seguidas de eczemas na pele? Pois é, eles podem indicar problemas renais. Claro, esse é mais um dos distúrbios que envolvem os mais variados tipos de doenças.

Se o seu pet manifestar os sintomas mesmo após tomar medicamentos para esses casos, desconfie. Sugira ao veterinário um hemograma com pesquisa e um exame bioquímico para avaliar a função renal ou hepática. Talvez a origem do problema tenha outras causas. Não custa nada investigar. Fica a dica!

Fonte: Marcelo Peres

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