Sepror prorroga 2ª etapa da campanha no Estado

A vazante dos rios foi o motivo para a prorrogação da segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa. Prevista, inicialmente, para ser encerrada no último dia 30 de novembro, a imunização poderá ser feita até o próximo sábado, dia 15, em todos os 62 municípios amazonenses.

A data da declaração também foi alterada. A princípio, seria até o dia 15, mas com a mudança, o pecuarista que vacinou seu gado terá até o dia 30 de dezembro para oficializar a vacinação junto aos escritórios do Idam (Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas) e impedir, assim, as sanções e multas previstas na Lei Estadual de Defesa Sanitária Animal em caso de atrasos ou omissões.

A prorrogação foi publicada no DOE (Diário Oficial do Estado) do dia 7 de dezembro de 2007.

Segundo o diretor-presidente da Codesav (Comissão Executiva Permanente de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), Alexandre Araújo, a seca dos rios dificultou tanto o acesso dos técnicos às propriedades rurais quanto a locomoção dos produtores para poder comprar as vacinas nos escritórios do Idam. A 2ª etapa da campanha iniciou no dia 1º de novembro.

“Apesar dos ajustes que fomos obrigados a fazer, a campanha segue em ritmo normal e já estamos em período conclusivo das atividades, devendo apresentar um balanço em breve. Continuamos com a expectativa de atingir mais um excelente resultado para a defesa sanitária amazonense a exemplo do que vem ocorrendo em edições anteriores da campanha”, disse Araújo, fazendo referência especialmente ao índice de 99,64% do rebanho amazonense vacinado obtido na 1ª etapa da campanha, em maio deste ano.

Declaração das vacinações

O diretor-presidente da Codesav também pede atenção especial aos pecuaristas amazonenses quanto ao prazo para declaração das vacinações. Segundo ele, quem não declarar estará sujeito à notificação.

A ausência de vacinação também pode gerar a interdição da propriedade rural e multa de R$ 40 por cabeça de gado não imunizada, além de não disponibilizar aos pecuaristas o acesso ao GTA (Guia de Trânsito Animal), impedindo-os de transportar e comercializar produtos e sub-produtos da carne bovina.

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