Com o isolamento social e a necessidade de fugir das aglomerações, os consumidores estão pesquisando mais na internet antes de ir às compras, para economizar o tempo e dinheiro.

“Hoje, os consumidores brasileiros, mesmo imediatistas, pesquisam primeiro, tomam decisão e já chegam com a lista de compra pronta no ponto de venda, buscam objetividade e rapidez”, afirma Júlio Bastos, head comercial da agência de marketing promocional C2C – Close to Consumer.  “Por questões de saúde, ele não quer mais ficar passeando nos corredores de supermercados ou no ambiente com muitas pessoas por muito tempo experimentando e escolhendo produtos”.

Para o executivo, é preciso que o varejo evolua para atender esses consumidores mais conscientes que não têm hábito de utilizar o e-commerce por uma série de complicadores, como prazo e taxa de entrega, mas começam a jornada de compra no online e terminam na loja física, o chamado “fígital”.

Por isso, os lojistas devem focar em quatro pontos estratégicos para proporcionar mais facilidade e recepção diferenciada aos consumidores:

 – Melhorar a exposição no ponto de venda para que o consumidor possa encontrar fácil e rapidamente os produtos nas gôndolas, principalmente os mais essenciais, sem ter que percorrer toda loja.

– Criar ações para encantar o consumidor oferecendo produtos que deseja e serviço que faça ele se sentir bem atendido e de forma ágil e segura.

 – Contar com colaborador treinado no ponto de venda para esclarecer dúvidas e eliminar objeções do consumidor sobre produtos que pesquisou na internet.

– Oferecer oportunidades para que o shopper possa ter boa experiência de compra, com promoções de produtos de sua preferência e facilidades.

Muitos estabelecimentos já começam a enxergar saídas para que o seu cliente seja atendido como ele quer, da forma que quer e com a linguagem que quer ouvir, observa Bastos. “Vemos serviços de delivery que levam ao consumidor que evita sair de casa aquele vinho que ele gosta de beber, itens sazonais que não podem faltar nas datas especiais como ovo de Páscoa e até refeição de restaurante. Pois as restrições de circulação estão aumentando, mas o consumidor não vai deixar de comprar”, conclui.

Foto/Destaque: Divulgação

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Anúncio

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

Siga-nos

Notícias Recentes

JC Play

Podcast

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email