Pazuello alerta para risco de colapso social em Manaus

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, disse que o principal trabalho agora é evitar o colapso social em Manaus. Em coletiva na apresentação de 102 novos médicos que irão atuar na capital amazonense, Pazuello falou que as questão de saúde relacionadas ao combate da Covid-19 na capital, apesar de ainda serem presentes e gerarem grande impacto, estão sendo equacionadas.

“Lamentamos muito todas as mortes em Manaus. É preciso mudar agora para o foco no atendimento social para atender muitos neste momentos de necessidade porque vai ter fome. É preciso trabalhar com mutirões, apoio social, religioso para dar suporte às demandas”, afirmou o ministro.

Eduardo Pazuello explicou que, na busca de solução ao colapso na saúde no Amazonas, a principal medida é a mais rápida remoção dos pacientes que possam evoluir para UTIs.

“A remoção é a única solução . Não temos como montar UTIs suficientes para a demanda. Tenho que remover 1500 pessoas. Não vou construir 1500 UTIs. A remoção é a principal ação neste momento”, afirmou.

O ministro da Saúde disse que até o momento foram removidos 320 pacientes e, desses, 80 já voltaram curados. Pazzuelo disse ainda que Manaus é prioridade em vacinação do país.

“Todos os Estados cederam 5% das suas vacinas. Recebemos até o momento 130 mil vacinas extras. Vamos receber mais. O objetivo é ultrapassar a capacidade de prefeitura de vacinar”, disse.

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