11 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Partidos políticos usados como moeda de troca

Na Carta Magna do Brasil, nossa Carta Política de 1988, a carta cidadã, estabelece em seu Art. 1º, Parágrafo Único: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”

Na Carta Magna do Brasil, nossa Carta Política de 1988, a carta cidadã, estabelece em seu Art. 1º, Parágrafo Único: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. No que tange a Constituição sobre partido político nacional, este deverá militar com representação em nove Estados, no mínimo. Atualmente, são 30 partidos espalhados no território nacional, dos quais seis não possuem diretórios constituídos. No Congresso Nacional há uma concentração de parlamentares em torno de dez partidos, os outros 20 têm baixa representatividade. Em época de eleições, o impasse sobre o número excessivo de partidos no Brasil e a relevância ou não de algumas legendas nacionais voltam à tona e suscitam novos debates. Por se tratar de uma democracia muito jovem no país, 27 anos, os partidos foram surgindo com novas ideologias e naturalmente, com as fusões de legendas, que acontecem até hoje, em busca de uma retomada de ideologia político com força de voto nas urnas. “O Brasil tem 500 anos e a nossa democracia tem menos de 30. O período mais longo é o da Constituição de 1988 pra cá -apenas 24 anos, e os partidos que se adequaram à nova Constituição têm no máximo 32, essa é a realidade. Tem que respeitar o que cada legenda entende por ser melhor, se coligar ou não. Estratégias eleitorais cada um tem a sua”, disse Serafim Corrêa, candidato a prefeito de Manaus pela coligação “Agora Somos Nós e o Povo”, ao Jornal do Commercio.
Segundo Serafim, ao diminuir o número de partidos, a tendência é de se ter menos coligações, a ideologia partidária se fortificar, tornando inviável uma coligação. Vai surgir a necessidade de fundir os partidos para que as ideias voltem a se centralizar num ideal e fortifiquem o partido. Outra discussão relacionada à polêmica dos partidos políticos é a ‘tomada’ que grandes famílias de políticos fizeram em algumas legendas, transformando-as em redutos de um poder passado de gerações a gerações.
Quanto à formação dos chamados clãs familiares, Serafim Corrêa não vê como problema relacionado à legenda. “Partidos estão em vários Estados e as famílias concentram-se em suas cidades natais, a priori”.

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