Número de devoluções cai 30,45% em janeiro

De acordo com dados da Equifax, empresa de informação e inteligência para decisão e gestão empresarial, no mês de janeiro foram registrados 1.675.228 cheques devolvidos. O resultado equivale a uma queda representativa de 15,81% referente a dezembro de 2009. Quando comparado a janeiro do último ano, o tombo é de 30,45%. Na comparação por dias úteis, os resultados de janeiro de 2009 foi 7,40% inferior aos do mês anterior e 26,98% inferior àquele registrado em janeiro de 2009.

Renda real

A queda no número de cheques devolvidos em janeiro ocorreu em todas as regiões do Brasil e está diretamente relacionada, segundo à empresa, às seguintes variáveis: crescimento da renda real das famílias, verificada durante os últimos meses; queda das taxas de juros praticadas no comércio; aumento no prazo de financiamento; injeção dos recursos do 13º salário e adicional de férias de fim de ano, além do aumento real do salário mínimo.

A tendência, de acordo com os dados divulgados pela
Equifax, é de contínuo declínio no volume de cheques devolvidos desde o segundo semestre de 2005. “Ao longo de 2010 esta tendência deve continuar, já que as condições financeiras das famílias devem facilitar os pagamentos. Apenas um aumento expressivo dos juros e da inflação podem reverter este quadro. O cenário mais provável, de aumento moderado dos juros e dos preços, não afetará o quadro atual”, pondera a empresa, em texto distribuído à imprensa.

Os números de títulos protestados em janeiro aumentaram 11,38% em relação a dezembro com redução de 21,10% em relação a janeiro de 2009. Em janeiro foram registrados 775.447 protestos, contra 696.223 apresentados em dezembro e 982.825 em janeiro do ano passado.

A avaliação da Equifax é que o comportamento do volume de títulos protestados a partir do início de 2005 mostra que, desde o começo do ano passado, a linha de tendência se mantém em declínio. O aumento registrado em janeiro, fruto do crescimento do volume do comércio em dezembro e de fatores sazonais, típicos de início do ano, não foi suficiente para reverter a linha de tendência.

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