McCain encontra Gordon Brown para discutir guerra do Iraque

O provável candidato republicano para as eleições norte-americanas, John McCain, encontrou-se com o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown. Os líderes devem discutir a Guerra do Iraque -que completou 5 anos-, a economia mundial e o aquecimento global.
A visita a Londres é parte da viagem de McCain ao Oriente Médio e à Europa com o objetivo de credenciar o pré-candidato co-mo um líder mundial. McCain já visitou o Iraque, a Jordânia e Israel. McCain planejava ir à Paris, para encontrar com o presidente francês Nicolas Sar-kozy. O Reino Unido tem cerca de 4.000 militares com base em um aeroporto fora da cidade iraquiana de Basra, mas pretende diminuir o número para 2.500 nos próximos meses.
Para McCain, a saída das tropas americanas do Iraque seria um erro, porque permitiria a vitória de terroristas. O republicano declarou que a questão agora é “ou se retirar, dar uma vitória para a Al Qaeda e anunciar ao mundo que eles venceram, deixando que o Iraque afunde, ou saber se implementamos uma estratégia para triunfar”.

Republicano comete gafe no Oriente Médio

O encontro ocorrido no final de semana é o primeiro entre o primeiro ministro britânico Gordon Brown e o pré-candidato pelo Partido Republicano à presidência dos Estados Unidos, senador John McCain. O líder britânico também nunca se reuniu com o pré-candidato do Partido Democrata, Barack Obama, mas é um velho amigo da senadora e pré-candidata,também pelo Partido Democrata, senadora Hillary Clinton.
McCain também pretende se encontrar com o Comissário Europeu para o Meio Ambiente, Stavros Dimas, para discutir políticas contra o aquecimento global. Dimas quer obter o apoio dos três principais pré-candidatos norte-americanos para um plano de compra de créditos de carbono que visa diminuir as emissões globais de gás carbônico para conter o efeito estufa.

Gafe
Republicana

Durante sua viagem ao Oriente Médio, na última quarta-feira, McCain causou mal-estar ao afirmar que o Irã treinava membros da rede liderada por Osama Bin Laden.
Foi necessário que o senador independente Joe Lieberman – que acompanha McCain na viagem – sugerisse uma retratação, já que o Irã é um país predominantemente xiita e os militantes da Al Qaeda são sunitas.
“Quer dizer, os iranianos treinam extremistas, mas não da Al Qaeda”, consertou o McCain, após receber orientações sobre a questão do senador.
Os democratas ironizaram a gafe do provável candidato republicano, lembrando que ele aponta como ponto forte de sua campanha a experiência em política externa.

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