Economia obtida com horário de verão foi de R$ 4 milhões, aponta MME

A afirmação foi feita na última sexta-feira pelo diretor do Depecon (Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Francini

O Brasil ingressou mesmo no panorama da crise, que não mostra sinais de quando irá acabar. A afirmação foi feita na última sexta-feira pelo diretor do Depecon (Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Francini. “O mundo está em um processo recessivo e o Brasil não terá como escapar. Apesar da defasagem, isso não significa que vamos nos livrar dos efeitos da crise”, disse.
Em janeiro, 19 setores da indústria tiveram queda no nível de emprego, dois apresentaram alta e um ficou estável. No mês anterior, os 22 setores pesquisados informaram demissões.
Os setores que mais demitiram em janeiro foram Veículos automotores, reboques e carrocerias (-7.804 vagas), Confecção de artigos do vestuário e acessório (-4.309 empregos) e Produtos de borracha e de material plástico (-3.699 postos). “Esses foram os três setores que mais contribuíram para a queda de 1,34% no nível de emprego da indústria paulista, entretanto, vale destacar que o setor de vestuário normalmente perde empregos no começo do ano. Já os setores automotivo e de borracha e material plástico foi mais influenciado pelo segmento de auto-peças”, explicou.
Do outro lado, a pesquisa apurou aumento de vagas nas fábricas de produtos diversos (+248) e farmoquímicos e farmacêuticos (+593).

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