Comércio registra queda em junho

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Comércio amarga queda no faturamento do mês de junho na comparação com maio de 2012

Comércio amarga queda no faturamento do mês de junho na comparação com maio de 2012. Sob a marca negativa de 4,55%, as vendas menos favorecidas foram as de bens não duráveis, que cairam 9,87%. Para representantes do comércio em Manaus, os baixos números já eram esperados para o fim do primeiro semestre.
De acordo com a pesquisa de Desempenho do Comércio de Manaus referente ao mês de junho com aplicação em julho, divulgada ontem, o índice geral foi positivo na comparação com junho do ano passado, com aumento de 3,74%. Com destaque para o comércio de materiais de construção, que cresceu 12,84%, a avaliação foi feita através de entrevista com 400 empresários da capital.
Quanto à empregabilidade, a variação segue negativa quando comparada a maio deste ano – com perda de 0,11%. Segundo o assessor de economia da Fecomercio, José Fernando Pereira da Silva, um dos fatores que contribuíram para a baixa foi o comércio automotivo, que teve decaimento de 1,60%.
“Com a má fase tanto da indústria quanto do comércio, é fácil perceber que a maioria dos ramos de atividades não realizou contratações no primeiro semestre”, diz o especialista. Para ele, os empresários precisaram recuar para não sentirem prejuízos ainda maiores.
Na comparação com o ano passado, os resultados também não melhoraram. Em relação a 2011, a variação negativa é de 1,60%. Na época, o comércio de materiais de construção enfrentava uma crise, que resultou no declínio de 4,82%.
Se de um lado o índice geral de emprego apresentou variação negativa, a folha de pagamento de junho apresentou variação positiva de 0,25% na comparação com maio de 2012. No entanto, na comparação com junho do ano passado, a queda foi de 1,86% – número igualmente influenciado pelo setor de materiais de construção, que atingiu -5,47%.
O índice de estoque do mês de junho apresentou variação negativa de 4,22% na comparação com maio deste ano, em parte, devido à queda nos setores de bens não duráveis e comércio automotivo, com valores de 7,75% e 7,29% respectivamente. No entanto, na comparação com junho do ano passado, o índice apresentou variação positiva de 20,16%, com destaque para o comércio de bens não duráveis, que variou 31,16%.

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