1 de julho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Castro pede informações sobre processo de fraude no concurso da Defensoria

O deputado estadual Luiz Castro (PPS) está buscando informações sobre a investigação de fraude no concurso da Defensoria Pública do Estado

O deputado estadual Luiz Castro (PPS) está buscando informações sobre a investigação de fraude no concurso da Defensoria Pública do Estado. Na manhã de ontem, 17, Castro se reuniu com o coordenador do Centro de Apoio Operacional de Inteligência, Investigação e de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual (MPE), promotor Fábio Monteiro. “A visita teve como objetivo verificar o andamento do processo que investiga a fraude no concurso”, afirmou o parlamentar. O deputado estadual José Ricardo (PT) também participou da visita.
“Após conversa com o promotor Fábio Monteiro, não tenho mais dúvidas de que o concurso da Defensoria Pública realmente foi fraudado”, constatou Castro. Ele lamentou o fato de que, após tantos anos sem a realização de concurso para a Defensoria, o go–vernador Omar Aziz tenha anulado o certame por suspeita de fraude. “Nós já sabemos que o Instituto Cidades, contratado para realizar o concurso, responde a uma série de processos por irregularidades em outros Estados”, observou, lembrando que a Defensoria pagou ao Instituto o equivalente a R$1,2 milhão pela realização do certame.
Castro defende o afastamento voluntário do Defensor Público Geral do Estado, Tibiriçá Valério de Holanda, enquanto o processo de investigação e a realização de um novo concurso não forem concluídos. “Eu não tenho nada pessoal contra o defensor geral, mas seu afastamento evitará maiores prejuízos à imagem da Defensoria Pública”, disse. Ainda segundo ele, a recomendação do Conselho Superior da Defensoria Pública, que manifestou posição favorável ao afastamento de Tibiriçá, também precisa ser atendida.
O parlamentar destacou ainda que só o afastamento voluntário de Tibiriçá do cargo de Defensor Público Geral evitará o constrangimento de um possível pedido de instalação de CPI para investigar a fraude no concurso. “Não gostaria de tomar essa medida, mas a sociedade precisa que um novo concurso seja realizado com lisura, para a nomeação de mais defensores públicos para a capital e o interior do Estado”, disse. Ele defendeu também a escolha de uma nova ins–tituição para a elaboração do concurso.

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