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Nada como iniciar o ano com notícias, evidentemente não veiculadas pela mídia derrotada nas urnas. Não estamos somente nos referindo as exportações de frutas onde o Brasil batera recorde histórico,  que atingiram  valor superior a 1 bilhão de dólares. Também a arrecadação de tributos federais somara R$ 1,87 trilhão, batendo recorde em 2021. Com certeza a origem aponta para o crescimento da arrecadação de impostos sobre lucros e rendimentos; correspondendo a um aumento na ordem da 17,36% em relação ao ano de 2020, o qual fora atingido pela epidemia e o “fique em casa” imposto pelos governadores e prefeitos.

Também impulsionaram a arrecadação o IRPS e o CSLL em 2021. Contudo, o convite para o Brasil ingressar na OCDE representa mais uma vitória  o que comprova estar o governo federal no caminho do futuro. Somos a segunda maior  democracia do mundo, estamos entre as  maiores economias do mundo, uma potência digital. A decisão de ingresso fora fruto de parecer unânime de todos os países que integram a OCDE. Assim, participa o Brasil de todos os órgãos, notadamente do G-20 e do G-5. Temos hoje um lugar no mundo, doa a quem doer. Somos uma Nação reconhecida internacionalmente e com certeza ao final de 2022 nosso povo estará em situação bem melhor, porque temos um Presidente e sua equipe que trabalham pensando no futuro, ou seja, no Brasil potência. E, para coroar o início do ano vem aí a tecnologia do GRAFENO,  cujos produtos já estão sendo comercializados.

Além destes aspectos que dizem respeito a uma forma de progresso, temos a destacar que a Bolsa atingira seu maior nível desde outubro de 2021 e que  o Comitê Federal de Mercado Aberto luta constantemente para reprimir a mais alta inflação ocorrida no mundo, evitando que seja enraizada, o que obrigará seja efetuado o primeiro aumento da taxa de juros até então vigente desde 2018. Porém,  apresentamos um cenário promissor: “a entrada de volume expressivo de recursos de investidores estrangeiros, garantindo retornos positivos para o IBOVESPA em 2022, em razão de ser o país um mercado emergente”, conforme Valor Econômico.

Em consonância com os fatos acima, temos a registrar que a taxa de desemprego caíra para 11,6% no trimestre encerrado em novembro de 2021, representando recuo de 1,6 pontos na comparação com o trimestre anterior. Por outro lado, o número de desempregados diminuíra 10,6%, correspondendo a uma queda de 14.5%, ou seja, hoje temos cerca de 1,5 milhão de pessoas já trabalhando com carteira assinada. E a dívida pública interna caíra para 80,3% do PIB em 2021, enquanto o setor público apresentara superavit de R$ 64,7 bi, sendo o primeiro dado positivo dos últimos 8 anos.

O país caminha para a superação, tendo em vista que a normalidade vem predominando em quase todos os seguimentos da economia, como o crescimento do número de empregados (10%), o que alavancará várias atividades. Infelizmente, o LOCKDOWN destruíra inúmeros meios de subsistência no mundo, conforme estudo da JP Morgan, tendo devastado a economia em seu todo, mas com a total reabertura e o efetivo trabalho que a equipe do governo federal realiza, com certeza irá a Nação apresentar índices de crescimento a partir de fevereiro. A pandemia fará parte do passado, onde quase todos os estudos científicos foram falhos. Basta de ineficiência causada por governadores e prefeitos comunistas, cujos objetivos torpes só serviram para trair o povo, eis que sempre pregaram um “populismo” ideológico catastrófico, além de buscarem sempre as vantagens pessoais, ou seja, o oposto de Bolsonaro, para quem o povo, a família e os princípios cristãos sempre vieram em primeiro lugar.

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