NOM

Por Ronaldo Amazonas

Não há a menor sombra de dúvidas de que nós, os humanos, enfrentamos presentemente algo nunca antes experimentado quando tratamos de alterações comportamentais e novos modelos de vida e de conceitos sociais, antropológicos e até tecnológicos.

O mundo caminha celeremente para o que muitos convencionam estabelecer de Nova Ordem Mundial-NOM.

Isso, se e somente se, direcionarmos nossos ainda parcos entendimentos sobre a matéria para o lado da natureza humana e pararmos para observar de como os os homens e mulheres de hoje pensam seu futuro.

Não me darei ao enorme desafio de definir ou traduzir o que significa ou quais as consequências que a NOM trará para a humanidade porém, conceitualmente falando, existem algumas versões e até teorias que uma gugada nos ajuda a entender:

A Nova Ordem Mundial indica um momento histórico, econômico e político marcado pela presença de vários centros de poder no globo;

A globalização da economia, a evolução tecnológica e a diversidade cultural são aspectos importantes da Nova Ordem Mundial;

A Nova Ordem Mundial tem como característica a presença de vários centros de poder que atuam nos diversos âmbitos da sociedade;

A Nova Ordem Mundial acirrou algumas disputas globais e contribuiu para a ascensão de novos centros de poder, como a China;

A formação de blocos econômicos, marcada pela globalização, é um aspecto importante da Nova Ordem Mundial.

De todas essas teorias arranjadas para explicar o que seja a NOM, uma porém se destaca e é sobre ela que quero meter o meu bedelho.

A tal diversidade cultural está aí a estabelecer para onde a humanidade caminhará no próximo século e, a partir daí, o que será de nós e do planeta que habitamos.

Fomos capazes de criar a inteligência artificial esta que logo logo ditará os rumos tecnológicos, culturais e comportamentais e dominará as tendências nessas mesmas áreas.Entretanto, é a tal diversidade de gêneros, esta sim que será a responsável por determinar de fato o futuro quantitativo e qualitativo dos homens e da terra que habitamos.

Há dezenas de anos a taxa de crescimento populacional na Europa e nos EUA está em queda denotada inclusive pela horda de imigrações a fim de sustentar a economia especialmente na área dos serviços.

Não se pode falar o mesmo da Ásia e da África posto que a política de controle populacional pelos governos não emplaca.

Entretanto, um fato deve nos chamar atenção: As uniões de pessoas do mesmo sexo que não geram frutos humanos, serão as responsáveis pela queda das taxas de crescimento populacional.

Essa queda se dará de modo seguro e gradual e, sem novos seres, a “desertificação populacional” de alguns países será uma tendência irreversível.

Além do que resta provado, que por escolha e tendência natural, casais formados por homem e mulher já não se permitem mais ter filhos e, quando os têm, limitam ao no máximo dois rebentos.

Tanto na Europa, Américas, Ásia e África, o déficit populacional vai ser imposto pois a comunidade LGBT, que não gera filhos, dominará o planeta, a política, os negócios, as igrejas, os comportamentos, a vida cultural, os avanços tecnológicos e sociais, determinando com isso uma Nova Ordem Mundial em que a inteligência artificial ditará as regras.

Isso não é nenhuma teoria conspiratória tampouco uma elucubração.

Trata-se tão somente, de uma constatação e um quase vaticínio sem nenhuma dose de cabotinismo profético pois, basta lançar um simples olhar perceptivo, para ver e compreender para onde caminha a humanidade.

Além de tudo isso, a NOM, é pois, a relativização de tudo o que circunscreve as demandas da humanidade sobre a face da terra: comportamentos, relacionamentos afetivos, direitos individuais e coletivos e, substancialmente, tudo aquilo que diga respeito aos costumes e crenças posto que a ordem é romper com tudo o que traga conforto e confiança por meio da fé e da religiosidade das pessoas.

Oxalá o homem se aperceba dessa tragédia, se aproxime de Deus, lembre-se que é apenas uma coisa no universo e tente reverter os rumos desse caminhar para o cadafalso do auto extermínio.

Se a humanidade não for capaz de por freio a essa jornada de insensatez aí sim o fim estará bem próximo.

Té logo!

ET. Estamos, eu e Elaine, na aldeia indígena de Cimbres pequena vila da cidade de Pesqueira/Pe.

Foi aqui que em 1936 duas indígenas tiveram uma visão e experiência pessoal com Nossa Senhora da Graça.

No próximo artigo vou relatar uma das mais sublimes histórias de fé que já ouvi e que também pude experimentar.

Ronaldo Amazonas

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