11 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Varejo de Manaus cresce 2,34% em junho

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O setor automotivo foi o que mais se destacou na Pesquisa Conjuntural de Desempenho do Comércio Varejista de Manaus referente ao mês de junho, desenvolvida pelo IFPEAM (Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Amazonas) e pelo Sebrae/AM

O setor automotivo foi o que mais se destacou na Pesquisa Conjuntural de Desempenho do Comércio Varejista de Manaus referente ao mês de junho, desenvolvida pelo IFPEAM (Instituto Fecomércio de Pesquisas Empresariais do Amazonas) e pelo Sebrae/AM (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amazonas).
A comercialização no segmento automotivo cresceu 16,01% em comparação a maio, elevando as vendas brutas em 2,34%. Em relação a igual período de 2009, as operações no comércio varejista aumentaram 5,04% e no setor automotivo, 20,55%, em particular as concessionárias de veículos, que conseguiram alta de 158,72%.
O faturamento bruto também cresceu em relação a maio (+2,79%) e na comparação com o mesmo 2009 (+4,99%). Mais uma vez o comércio automotivo se sobressaiu frente a maio (+16,66%) e 2009 (+20,85%).
Segundo o assessor de economia da Fecomercio/AM (Federação do Comércio do Estado do Amazonas), José Fernando Pereira da Silva, o desempenho do comércio atingiu as expectativas, avançando em praticamente todos os indicadores.
Para suprir o aumento nas vendas, o índice do estoque aumentou 3,28% na comparação com maio e 5,19% em relação a junho de 2009. Apesar do setor automotivo ter a maior variação sobre o mês anterior, com 11,63%, este obteve percentual negativo em relação a 2009, com queda de 16,57%.
Silva explica que o dado se deve à extinção dos incentivos fiscais, que mantiveram o aquecimento do setor nos três primeiros meses de 2010. “Quando isso terminou, houve retração. Mas, não significa que o ramo não está reaquecido, é apenas uma forma de se proteger”, detalhou.
O quadro de empregos conseguiu variação tímida em relação a maio, com incremento médio de 0,07%, sendo que o comércio automotivo foi o ramo que apresentou maior alta (+0,65%). A folha de pagamentos obteve alta de 0,94% em relação a maio e elevação de 4,80% frete a 2009.

Bens não duráveis

O ramo de bens não duráveis (supermercados; farmácias, drogarias e perfumaria; combustíveis e lubrificante) apresentou percentuais negativos em quase todos os dados da pesquisa: faturamento, vendas e empregos.
Comparado ao mês anterior, o declínio no faturamento foi de 2,39%, nas vendas brutas, 2,62% e no quadro de empregos, 0,27%. Com base nos dados de junho do ano passado, a queda foi de 5,51%, 5,07% e 1,43% nos três quesitos, respectivamente. Entretanto, na folha de pagamento o ramo teve variações positivas tanto em maio (0,49%) quanto em relação a 2009 (4,68%). Já no quadro de estoque, apesar do declínio de 0,15% quando comparado a maio, houve uma alta de 9,73% sobre 2009.
De acordo com o assessor, essa instabilidade nos setores, que interfere na queda e no aumento dos percentuais, é um comportamento normal. “Há determinados períodos que um ramo cresce mais e outro menos. Por exemplo, em meses como janeiro e fevereiro, devido às viagens dos consumidores, muitos ramos sofrem queda. Em compensação, os que desenvolvem materiais didáticos têm um crescimento muito grande”, explicou.
Para o presidente da Fecomércio, José Roberto Tadros, as previsões para os próximos meses são positivas. “A tendência é que os números melhorarem cada vez mais. Ainda mais com a economia estabilizada”, afirmou.
As estimativas de Silva também são favoráveis. “O segundo semestre é mais dinâmico que o primeiro. Então o Parque industrial da Cidade tende a alcançar um crescimento maior”, finalizou.

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