Suframa depende de definição da presidente Dilma

Ao retornar de Brasília, onde participou durante
toda a semana passada de reuniõ es operacionais
com os ministérios que hoje gerem a Suframa (Superintendência
da Z ona Franca de Manaus), Gustavo Igrejas falou
pela primeira vez com o Jornal do Commercio após assumir interinamente
o posto de Superintendente da autarquia. Servidor
de carreira da autarquia, Igrejas esclareceu que sua condução ao
cargo máximo na Suframa aconteceu por hierarquia, não tendo
sido oficialmente nomeado pelo Mdic (Ministério do Desenvolvimento,
Indú stria e Comércio E xterior). E le acredita que o órgão
máximo da Z ona Franca de Manaus poderá ficar sem um
superintendente efetivo até o início do novo
mandato da presidente Dilma Rousseff, que
inicia em 1º de janeiro de 20 15. Além disso, Gustavo Igrejas destaca
que na próxima sexta-feira (21) uma reunião entre o Mdic e
o Sindframa (Sindicato dos Servidores da Suframa) discutirá as
reivindicaçõ es dos funcionários federais que, desde de o fim do
mês de outubro, estão em indicativo de greve.
Jornal do Commercio – Sr. Gustavo, qual serão as suas prioridades
à frente da Suframa? Gustavo Igrejas – É preciso
esclarecer uma coisa que eu acho que não está muito clara para a
imprensa: eu não sou superintendente interino. Não fui nomeado
superintendente interino. O (ex-superintendente) T homaz
(Nogueira) no dia 4 de novembro pediu exoneração do ministro
(Mauro Borges) e foi exonerado oficialmente no dia 10 . E u,
como era o primeiro na portaria de substituição passei a ocupar o
cargo. A Suframa passou por um periodo de transações nos ultimos dois anos
entre 2013 e 2014.

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