Sinésio questiona decisão petista de apoiar a Serafim

Ao se pronunciar na terça-feira a respeito do desempenho do Partido dos Trabalhadores nas eleições municipais, o deputado Sinésio Campos, presidente do diretório estadual do PT, questionou a decisão do diretório municipal do partido que aprovou, no sábado último, apoio à reeleição do prefeito Serafim Corrêa (PSB), no segundo turno das eleições municipais em Manaus.
Segundo Sinésio, existe uma resolução do partido, de 14 de março de 2000, que veda coligações em cidades com mais de 200 mil habitantes, com qualquer partido que faz oposição ao governo do presidente Lula. “Portanto, a decisão nesse sentido tem que ter o aval das executivas estadual e nacional”, explicou o deputado. Nas eleições municipais deste ano, o PSB, do prefeito Serafim Corrêa, coligou com o PSDB, do senador Arthur Neto, e com o DEM, do ex-deputado federal Pauderney Avelino, ambos os partidos de oposição ao governo federal.
Ele manifestou preocupação, também, porque, como justifica, o PT é um partido nacional e não apenas regional. “A decisão do diretório municipal deve ter a anuência do diretório estadual, em primeiro lugar, e do nacional”, disse ele.
Sinésio disse que a executiva estadual iria sese reunir ontem, às 15h, para uma definição política a respeito. “Falo como líder partidário. A candidatura de Serafim Corrêa foi posta por questões de afinidade, mas o partido (PSB) fez composições políticas com oposição ao governo Lula”, explicou. “Com isso, a prerrogativa é da executiva estadual ou nacional”, reafirmou.
O deputado Sinésio Campos, que é líder do governo na Assembléia Legislativa, diz que como presidente do diretório estadual do partido tem a obrigação de zelar pelas diretrizes e resoluções partidárias.
O apoio petista ao atual prefeito, candidato à reeleição, foi tomado no último sábado em votação que somou 27 votos favoráveis ao apoio a Serafim Correa, contra 13 pela neutralidade do partido no segundo turno.
Nessa reunião, o grupo liderado pelo presidente do diretório municipal do partido, Waldemir Santana, tinha proposto a neutralidade, enquanto o grupo integrado por Waldemir José e pelo vereador José Ricardo Wendling defendeu a adesão à candidatura de Serafim Correa.

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