17 de agosto de 2022
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Seul e Tóquio preparam estratégias de retaliação contra Coreia do Norte

Os governos da Coreia do Sul e do Japão discutiram na segunda-feira estratégias de retaliação contra a Coreia do Norte pelo lançamento do foguete no último sábado

Os governos da Coreia do Sul e do Japão discutiram na segunda-feira estratégias de retaliação contra a Coreia do Norte pelo lançamento do foguete no último sábado.
Os países afirmam que a operação, que Pyongyang afirma se tratar de um satélite de telecomunicações, foi fracassada. Neste domingo, a Coreia do Norte afirmou que o artefato estava no espaço transmitindo discursos comunistas do general Kim Il-sung e do ditador Kim Jong-il. Neste domingo, os governos se reuniram em uma reunião emergencial no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), mas não chegaram a uma conclusão. A expectativa é que nesta segunda-feira os governos cheguem a um consenso em relação ao prolongamento das sanções ao país, o que deverá isolar a Coreia do Norte economicamente.
“O ato temerário da Coreia do Norte que ameaça a segurança regional e mundial não pode ser justificado sob nenhuma circunstância”, afirmou o presidente Lee Myung-Bak em um programa de rádio do país que prometeu punir a Coreia do Norte com “severidade”.
O governo japonês decidirá nesta sexta-feira, dia 10, novas sanções contra a Coreia do Norte, que poderiam representar um embargo nas exportações, informou na segunda-feira por intermédio da agência local Kyodo.
O ministro porta-voz japonês, Takeo Kawamura, indicou que a política de sanções de Tóquio contra a Coreia do Norte será decidida em reunião do gabinete. Antes do lançamento do foguete norte-coreano, o governo japonês tinha indicado sua intenção de prorrogar suas sanções contra o país, que expiram na próxima segunda-feira, dia 13, por mais uma ano em vez de seis meses. O Japão impôs as sanções econômicas contra a Coreia do Norte depois do teste nuclear que realizou o regime comunista em outubro de 2006. Anteriormente, os Estados Unidos divulgaram que iriam trocar as operações militares por sanções ao país.
O Exército russo anunciou na segunda-feira que a Coreia do Norte não colocou nenhum satélite em órbita. Segundo os países ocidentais, o lançamento não passou de um teste de um míssil estratégico. De acordo com Washington e Seul, a primeira parte do foguete caiu no mar do Japão e as demais foram disseminadas no Oceano Pacífico. Segundo o ministério da Defesa sul-coreano, não há informações se as duas últimas fases do foguete de longo alcance chegaram a se separar ou caíram juntas ao mar.

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