Se é para antecipar, que se respeitem limites

A campanha eleitoral já começou, bem antes do que se esperava. Neste momento, dois grupos políticos dominantes já estão formados e reunindo armas para enfrentar a batalha que se avizinha, embora ela ainda pareça muito distante.
Quando este tipo de movimentação começa a acontecer muito antes do previsto, todo tipo de denúncia começa a aparecer e a tendência é que vários setores da administração pública sofram algum tipo de solução de continuidade.
Isso deve preocupar a toda a sociedade, afinal, no Brasil, a realização de eleições a cada dois anos já é extremamente nociva para o conjunto da sociedade, e benéfica apenas a dois grupos – os próprios políticos, alguns dos quais pode ganhar novo mandato na metade daquele que já exercem, e os prestadores de serviços diretamente ligados ao meio, como pesquisadores, gráficas e cabos eleitorais.
Cada vez que um Estado como o Amazonas se lança em disputas políticas, os investimentos públicos, tão necessários para dar liquidez à economia, ficam sob ameaça. O denuncismo aumenta e a tendência é que os agentes públicos deixem de fazer aquilo que realmente interessa à coletividade para se dedicar às articulações políticas.
Resta aos cidadãos comuns apelarem a todos os meios a seu alcance para pedir que as disputar políticas sejam adiadas para o momento certo e as demandas da sociedade assumam o seu lugar de direito neste momento.
Espera-se também que a disputa que se prenuncia renhida tenha pelo menos um clima civilizado, sem apelações ou golpes baixos. Se não se pode adiá-la, pela premência de alguns grupos de colocar os nomes nas ruas, que se faça política com P maiúsculo, obedecendo ao estado democrático de direito e dentro dos limites republicanos.
Seja como for, a sociedade está aflita.

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