Saldo da balança é de US $ 325 milhões

A balança comercial apresentou um saldo comercial positivo de US$ 325 milhões na segunda semana de janeiro (dias 7 a 13). O total exportado nos cinco dias úteis da semana passada foi de US$ 3,237 bilhões. O dado referente às importações não foi alterado. As compras somaram US$ 2,912 bilhões.

A alteração no resultado da segunda semana de janeiro também modificou o desempenho acumulado no mês. O superávit comercial está em US$ 395 milhões -o número divulgado pela manhã era de US$ 504 milhões.

O saldo acumulado no ano representa uma queda de 84,3% em relação ao obtido no mesmo período do ano passado. Esse recuo deve-se, principalmente, ao aumento das importações.

As compras de produtos importados somam nas duas primeiras semanas do ano US$ 4,335 bilhões, o que dá uma média diária -movimento por dia útil- de US$ 541,9 milhões, valor 40,8% maior que a média de janeiro de 2007.

Já as exportações totalizam US$ 4,730 bilhões, com média de US$ 591,3 milhões, um crescimento de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado.
A meta do ministério é exportar neste ano US$ 172 bilhões.

No ano passado, US$ 160,649 bilhões de produtos brasileiros foram vendidos para o exterior. Não há uma meta de importações ou dsaldo da balança comercial.

Já o mercado financeiro espera um superávit de US$ 30,60 bilhões em 2008. No ano passado foi de US$ 40,039 bilhões.

Indústria do Rio de Janeiro

Pesquisa da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro) junto a 22 das principais empresas do Estado revela que o cumprimento da meta de superávit primário de 3,8% é a principal preocupação entre os empresários ouvidos. A pesquisa aponta que as empresas consultadas projetam um cenário de crescimento semelhante ao estimado pelo relatório Focus, do Banco Central, com as previsões do mercado financeiro.

Para essas empresas, o não-cumprimento da meta de superávit primário seria “um reflexo da falta de reformas e da performance dos gastos públicos em custeio e pessoal”.

As companhias ouvidas apontam um crescimento da economia variando entre 4,1% e 5% ao final de 2008, com a taxa básica de juros entre 10% e 11%. A inflação, segundo a estimativa de empresários fluminenses, terá alta variando entre 3,6% e 4,5%.

Segundo a pesquisa, as empresas apontam o aumento do crédito no mercado interno e os cortes da taxa básica de juros como causas principais para o atual momento econômico do país.

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