16 de abril de 2021

Produção deve crescer 1,5% no início do ano, aponta FGV

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) projeta um crescimento de 1,5% na produção industrial em São Paulo em janeiro, segundo dados do SPI (Sinalizador da Produção Industrial), divulgado nesta terça-feira.

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) projeta um crescimento de 1,5% na produção industrial em São Paulo em janeiro, segundo dados do SPI (Sinalizador da Produção Industrial), divulgado nesta terça-feira.
Segundo a FGV, a expansão na indústria paulista no mês passado indica a continuidade do ritmo de crescimento verificado no último trimestre de 2007. Em termos acumulados em 12 meses, a taxa alcançou 6,8%, superior aos 6,2% observados no fechamento do ano.
Na segunda-feira, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que São Paulo apresentou expansão de 6,2% em 2007, acima do crescimento de 3,2% verificado no ano anterior. Das 20 atividades pesquisadas no Estado, 17 tiveram incremento, na comparação com 2006. Foram verificadas quedas em Papel e Celulose (- 1,4%), Edição e Impressão (- 1,5%) e Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos (-2%).
“O crescimento de São Paulo é um bom reflexo do resultado nacional. Foi sustentado pela indústria automobilística, que cresceu 6,7% e pelo setor de Máquinas e Equipamentos, que teve expansão de 16,2%”, disse o coordenador da pesquisa do IBGE, André Macedo. A produção industrial paulista corresponde a aproximadamente 40% do total do país.

Nível de
emprego

O nível de emprego da indústria de transformação do Estado de São Paulo subiu 0,66% em janeiro, após queda de 3,39% em dezembro, nos dados sem ajuste sazonal, segundo levantamento da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). No mês passado, 14 mil postos de trabalho foram abertos.
Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, a queda no emprego no mês passado foi de 0,58%. Dos 21 setores que fazem parte da pesquisa, 18 tiveram desempenho positivo no mês passado, dois setores mais demitiram do que contrataram e um ficou estável.
Janeiro foi um mês mais favorável para o setor de material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações, que apresentou alta de 2,63%, seguido por alimentos e bebidas (alta de 2,35%).
Na contramão, a maior queda percentual de janeiro foi verificada no setor de vestuário e acessórios, com recuo de 4,7%, e de equipamentos de instrumentação médico-hospitalar, com perda de 0,37%.

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