Plano de sucessão é essencial em IPO

O plano de sucessão é um item vital para a valorização das ações de uma empresa em processo de abertura de capital. A opinião é de 44% dos economistas-chefe dos principais bancos do país em levantamento realizado pelo escritório Barcellos Tucunduva. Apenas 6% dos entrevistados acreditam que a iniciativa não tem influência no IPO (Initial Public Offering), a sigla em inglês que determina o lançamento de ações no mercado.

Para a advogada Rachel Tucunduva, do escritório que elaborou o plano de sucessão do grupo Ultra, um dos pioneiros do país, a estratégia adotada deve seguir a cultura da empresa e as características de seus donos.
“Não há receita de bolo, mas o plano de sucessão é essencial para obter mais credibilidade com os investidores”, afirmou.

Segundo a Bovespa, para este ano ainda há cerca de duas dezenas de empresas fazendo planos para abrir capital no Brasil. Dentre elas, cinco já anunciaram seus cronogramas e devem começar a operar em setembro. O tipo de companhia também sofre alterações. Agora, há empresas do setor imobiliário, shoppings, agronegócios, logísticas e educação já presentes no mercado acionário.

O levantamento do escritório Barcellos Tucunduva foi realizado entre os 30 principais bancos do país em lista oficial do Banco Central. A amostra foi aleatória com profissionais indicados pelas próprias instituições financeiras em entrevistas por meio de questionário com perguntas fechadas.

Barcellos Tucunduva foi fundado em 1954 em São Paulo. O escritório é especializado em direito empresarial, atua em todo o país e tem parcerias com escritórios de advocacia nos Estados Unidos, França e Alemanha.

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