Pescadores vão solicitar realização de cursos a Lupi

As lideranças da pesca profissional comercial do Amazonas e cerca de cem pescadores liderados pelo deputado Walzenir Falcão (PTB), vão se encontrar com o ministro do Trabalho e Emprego Carlos Luppi, hoje, dia 22, às 10h no auditório da Suframa (Superintendência de Desenvolvimento da Zona Franca de Manaus, zona Sul da cidade.
A informação foi repassada nesta quinta, na ALE (Assembléia Legislativa do Estado) pelo próprio deputado Falcão, que antecipou a pauta a ser discutida com o titular do MTE, por onde passam a maioria das demandas do setor da pesca profissional do Estado.
Entre as reivindicações de Falcão a serem feitas ao ministro a partir de recursos do FAT (Fundo de Amparo do Trabalhador), está a realização de cursos de capacitação para pescadores e aqüicultores e também para realização de escola-de-fábrica, (cursos de 400 horas, com aulas de cidadania, gestão de empreendimento e aulas práticas dentro da área de trabalho alvo do curso) e cursos técnicos com mil horas, para a área ambiental, sustentabilidade, manejo e outros.
Segundo o deputado, no ano passado, apesar do Estado do Amazonas ser dono do maior estoque de peixes de água doce do mundo, onde existem dois mil aqüicultores e 45 mil profissionais na pesca profissional/comercial, a categoria foi contemplada apenas com dois cursos para aqüicultura.
As lideranças representativa dos pescadores amazonenses, conforme informou o deputado Walzenir Falcão, vão denunciar ao Ministro Luppi a postura assumida pelo superintendente regional do Trabalho e Emprego do Amazonas, Dermilson Chagas, no tocante ao processo de cadastramento dos pescadores para terem acesso ao seguro desemprego do defeso da pesca. “As ações do superintendente têm causado revolta e prejuízos ao pescadores e pescadoras”, informou.
O chefe da Agência de Atendimento do Trabalho e Emprego do município de Parintins, Edílson Pereira de Souza, de acordo com Walzenir Falcão, também será denunciado ao Ministro Carlos Luppi. O referido chefe, agindo sob interesse político eleitoral, por causa da eleição municipal de 5 de outubro deste ano, se negou em cadastrar 290 legítimos profissionais pescadores e pescadoras, recentemente.

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