Indústria nacional de brinquedos quer 70% do mercado nos próximos anos

A menos de uma semana da abertura da Abrin (Feira Brasileira de Brinquedos), terceiro maior evento mundial do setor que em sua 28ª edição reúne mais de 200 empresas em 20 mil m2 do Expo Center Norte e prevê lançar 1.500 brinquedos, a Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) conversa com o MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para voltar a frear a concorrência desleal e predatória dos produtos importados da China.
A meta é ganhar quanto for possível de participação de mercado dos chineses, recuperando parte do que os brinquedos fabricados naquele país tiraram dos fabricantes nacionais.
A indústria nacional enxerga janelas para crescer. O aumento no valor da mão de obra chinesa em 15%, com o consequente aumento de 15% a 20% do preço do brinquedo produzido naquele país, é uma das oportunidades vislumbradas pela Abrinq. “A mão de obra na China já custa 350 dólares e começa a faltar por causa da demanda do setor eletroeletrônico”, observa Batista da Costa.
O discurso de Batista da Costa é de integração competitiva via Mercosul, de onde, ele imagina, a indústria produzindo partes e peças e exportando para o Brasil a preços competitivos. “O Mercosul tem incentivos que nós não temos; aqui, ao contrário, praticamos a guerra fiscal.” Segundo o presidente da Abrinq, “se conseguirmos recuperar a fatia de mercado que os chineses nos tomaram, dará para crescer substancialmente”.
A indústria nacional de brinquedos conta, ainda, com o apoio do governo brasileiro, que tem tomado medidas contra a produção de fora, aumentando a carga de impostos sobre os importados, de acordo com Batista da Costa.

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