Indústria de impressoras fiscais garante mercado

O objetivo da lei é que toda empresa varejista somente emita documento fiscal por meio de equipamento ECF. As exigências variam de Estado para Estado, mas a obrigatoriedade é nacional. Em São Paulo, por exemplo, atinge empresas com faturamento médio anual a partir de R$ 120 mil.

Não há dúvidas de que as impressoras fiscais térmicas representam uma das grandes revoluções do comércio nos últimos anos. Mais rápidas do que as matriciais, reduzem o tempo de fila nos caixas, o que agiliza o atendimento e aumenta a satisfação do cliente.
Além disso, não geram segunda via da impressão – um chip de memória armazena as informações-, proporcionando economia de papel e maior facilidade para arquivamento das informações fiscais.

Por isso, este segmento cresceu 20% em 2006 e deve superar este número este ano. A Epson comercializa mais dois modelos de impressoras fiscais térmicas no Brasil, por meio de importação. Mas agora, conta com uma produção no país, o que tornou o equipamento mais acessível e irá beneficiar, inclusive, pequenos e médios varejos, o chamado segmento “low end”.
“Foram R$ 15 milhões de investimentos e anos de pesquisa e testes no Canadá, Japão, Argentina e Brasil antes que anunciássemos a TM-T81FBII. Agora, contamos com soluções que atingem todas as exigências e portes do varejo”, destacou Odivaldo Moreno, presidente da Epson do Brasil.

Tecnologia facilita

Além de todas as vantagens das impressoras fiscais térmicas, que vão desde agilidade no atendimento à economia de papel, o ECF TM-T81FBII traz guilhotina, imprime logotipos, código de barras, possui memória fiscal (MFD) de 128 MB e velocidade de impressão de 100 mm/segundos. “A maioria das máquinas disponíveis no mercado têm velocidade de impressão inferior a nossa”, disse o executivo.
Além da TM-T81FBII, produzida no Brasil, a Epson conta com outras impressoras fiscais de maior porte como a TM-T88FB e a TM-H6000FB.
“Existe um potencial de comercialização de 800 mil máquinas/ano no Brasil. O nosso objetivo é liderar este mercado. Afinal, somos a maior empresa de automação comercial do mundo e queremos a liderança também no Brasil”, destacou Odivaldo.

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