16 de abril de 2021

Índice de confiança do setor industrial recua 1% em abril

O ICI (Índice de Confiança da Indústria) apresentou redução de 1,0% entre março e abril, ao passar de 116,5 para 115,3 pontos, na análise com ajuste sazonal, de acordo com os dados divulgados hoje pela FGV (Fundação Getulio Vargas)

O ICI (Índice de Confiança da Indústria) apresentou redução de 1,0% entre março e abril, ao passar de 116,5 para 115,3 pontos, na análise com ajuste sazonal, de acordo com os dados divulgados hoje pela FGV (Fundação Getulio Vargas). O resultado interrompe uma série de 14 altas consecutivas.
Apesar da diminuição em relação ao mês anterior, o índice se mantém em um patamar elevado em termos de histórico da pesquisa, sendo comparável ao registrado em junho de 2008 (115,4), período anterior à crise mundial.
Pode-se considerar, portanto, mais um indicativo de que o mercado brasileiro reagiu e retomou o rumo de crescimento, superando de vez a crise.
O ISA (Índice da Situação Atual) avançou 2,3%, ao passar de 117,3 para 120,0 pontos, atingindo o maior nível desde junho de 2008 (120,3 pontos). Já o IE (Índice de Expectativas) recuou 4,5% no mesmo comparativo, de 115,7 para 110,5 pontos.
O indicador que mede o grau de satisfação com o ambiente atual dos negócios foi o quesito que mais contribuiu para a elevação do ISA entre março e abril, ao alcançar 136,2 pontos, o maior nível da série iniciada em 1995. A parcela de empresas que avaliam a situação como boa aumentou de 35,9% para 40,7%, enquanto a proporção das que a consideram fraca subiu de 4,1% para 4,5%.
Na avaliação dos próximos meses, as perspectivas se tornaram menos favoráveis em todos os quesitos, principalmente no que sinaliza a tendência para a produção no trimestre seguinte -o indicador deste quesito é o menor desde junho de 2009.
Das 1.194 empresas consultadas, 38,4% preveem aumento da produção entre abril e junho e 13,2%, redução. Em março, esses percentuais haviam sido de 45,1% e 7,9%, respectivamente.
O nível de utilização da capacidade instalada de 85,1% registrado em abril é o mais alto desde setembro de 2008 (85,4%), segundo a FGV. O indicador agora supera a média registrada desde 2003 (83%), iguala-se à média do biênio 2007-2008 e é inferior à média dos 12 meses anteriores à crise de setembro de 2008 (85,9%).

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