Governo fixa superávit primário em R$ 104,3 bi

O governo fixou a meta de superávit primário (receitas menos despesas, excluindo gastos com juros) em R$ 104,3 bilhões, o equivalente a 3,8% do PIB.
A contribuição do governo federal será de 2,85% do PIB. O que caberá a Estados e municípios, inclusive suas estatais, será de 0,95% do PIB.
Do lado dos investimentos, o governo espera que eles cheguem a R$ 92,3 bilhões, incluindo as estatais federais.
O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) contará com R$ 18,002 bilhões da União e outros R$ 27,125 bilhões das estatais. Os valores são maiores do que os esperados para este ano, R$ 15,765 bilhões e R$ 18,311 bilhões, respectivamente.
“Com esse primário nós vamos conseguir reduzir a dívida em relação ao PIB. Isso dá um sinal claro que o Brasil é solvente. Não vemos necessidade de fazer um superávit de 4,25% do PIB’, afirmou.
Até o início deste ano, a meta era de 4,25% do PIB, mas foi reduzida após a revisão das contas nacionais feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Na revisão, o valor nominal do PIB ficou maior e a manutenção em 4,25% implicaria em um corte de gastos. Por essa razão, o governo federal decidiu trabalhar apenas com o valor nominal da meta, que é de R$ 95,89 bilhões, o equivalente a 3,8%.
Esse patamar foi mantido para 2008, o que implicará em uma economia de R$ 104,3 bilhões.
A contribuição do governo federal (União e estatais federais) será de 2,85% do PIB. O que caberá a Estados e municípios, inclusive suas estatais, será de 0,95% do PIB.
Se esse superávit for mantido nesse patamar até 2010, a relação entre a dívida e o PIB cairá para 40%, contra, a previsão de 44,5% para este ano.
Em relação ao déficit nominal (receitas menos despesas, incluindo gastos com juros), ele deverá ser de 1,1% do PIB ao final de 2008.

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