7 de dezembro de 2021

Famílias continuam otimistas em relação à economia, constata Ipea

As famílias brasileiras continuam otimistas com o comportamento socioeconômico nacional, tanto para o período de um ano, como para prazo de até cinco anos. A constatação é do Ipea, a partir do IEF relativo a outubro, divulgado ontem

As famílias brasileiras continuam otimistas com o comportamento socioeconômico nacional, tanto para o período de um ano, como para prazo de até cinco anos. A constatação é do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a partir do IEF (Índice de Expectativas das Famílias) relativo a outubro, divulgado ontem. O otimismo, segundo o estudo, não abrange apenas as classes de menor renda ou grau de instrução.
A proporção dos que esperam melhor situação econômica do país nos próximos 12 meses varia de 55%, para quem recebe até um salário mínimo, a 64,7%, para quem recebe entre quatro e cinco mínimos. As demais faixas encontram-se entre esses percentuais, sendo que 59,5% dos que recebem mais de dez mínimos acreditam que a situação econômica melhorará nos próximos 12 meses.
Se o recorte levar em consideração a escolaridade, a variação da expectativa para o mesmo período fica entre 57,6% (para quem tem nível superior incompleto) e 64,4% (para quem tem nível médio incompleto).
Já a expectativa sobre a situação financeira da família daqui a um ano é bastante homogênea. O percentual de otimistas varia de 73,8%, para aqueles que ganham até um salário mínimo, a 85,9%, para aqueles que recebem de cinco a dez salários mínimos. A situação é similar quando o critério é o de escolaridade. O índice de otimismo para o período vai de 76,1%, no caso da parcela sem escolaridade, a 85,6%, para os que têm nível superior incompleto.
O estudo afirma que, entre os entrevistados, a dívida média caiu, entre agosto e outubro, de R$ 5.426 para R$ 4.220. Segundo a percepção das famílias, aproximadamente 75% acreditam estar pouco endividadas ou não terem dívidas.
Além disso, a pesquisa afirma que 92,9% das pessoas não planejam tomar financiamentos ou empréstimos nos próximos três meses. Entre aqueles com contas atrasadas, 38% acreditam que não conseguirão saldar seus compromissos.
O estudo do Ipea abrangeu 3.810 domicílios de mais de 200 municípios, em todas as unidades federativas. A margem de erro é de 5%.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Anúncio

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email

Siga-nos

Notícias Recentes

JC Play

Podcast

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email