Esportistas reivindicam recursos para atividade

A discussão dos programas de incentivo ao esporte dos governos federal, estadual e municipal do Amazonas, assim como a distribuição dos recursos desses programas para os atletas, além da viabilização da criação de um programa de incentivo ao esporte por parte das indústrias instaladas no Pólo Industrial de Manaus reuniu ontem, no auditório da ALE (Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas) representantes esportivos das diversas modalidades profissionais e amadoras do Estado.
A audiência pública, de iniciativa do deputado Wallace Souza (PP), contou com as presenças do secretário de Esportes e Lazer (Sejel) do Governo do Estado, Lupércio Ramos, do secretário municipal de Esportes (Semesp), Evilázio Nascimento, e de parlamentares como Therezinha Ruiz (DEM), presidente da Comissão de Educação e Desporto; David Almeida (PAN), Luiz Castro (PPS), Sinésio Campos (PT), Walzenir Falcão (PAN), que durante o evento ouviram os questionamentos e sugestões dos representantes esportivos, a respeito da política para o esporte no Estado do Amazonas.
Uma delas é que seja definida em nível estadual e municipal, uma política única para o desporto no Amazonas, com um calendário unificado para as atividades. Essa proposta, também foi sugerida pelo líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Sinésio Campos (PT).
Os presidentes das federações e associações reclamaram ainda da falta de verba e patrocínios dos atletas que vão defender o Estado nas competições. Edson Damasceno, secretário geral de Jiu-Jitsu, disse que apesar das dificuldades, de terem que andar de “pires nas mãos” pedindo apoio e recursos, os atletas amazonenses têm se nas competições trazendo medalhas para o Estado.
Pedro Nunes Oliveira, presidente da Associação de Pugilismo do Amazonas, também reclama da falta de apoio. Segundo ele, a desinformação quanto às lutas de boxe que são realizadas no Zezão, no bairro de São José, é total. “São quase que totalmente desconhecidas pela população, por falta de apoio”, diz.
No Kung-Fu não é diferente. De acordo com os coordenadores, as dificuldades dos atletas para conseguir representar o Estado, são sempre grandes, apesar dos destaques das equipes nas competições nacionais e internacionais.

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