Ericsson é reconhecida pelo Greenpeace como empresa verde

Através do Cool IT leaderboard, ranking das marcas globais de TI, o Greenpeace elegeu a Ericsson como uma das empresas com esforços globais para diminuir as mudanças climáticas

A empresa Ericsson foi reconhecida pelo Greenpeace, no ranking Cool IT Leaderboard, como uma das empresas com “os esforços mais ousados e globais no mercado, hoje, para diminuir as mudanças climáticas”.
O Cool IT Leaderboard faz um ranking das marcas globais de TI, de acordo com seus esforços para construir inovações que amenizem as emissões de carbono, diminuam suas infraestruturas de energia e ofereçam suporte a políticas inovadoras para o clima e a energia.
Há dois anos o Climate Group publicou o “SMART 2020”, um relatório que explorou o potencial do setor de TI para reduzir a emissão de gases do efeito estufa em 15%, até 2020. “Algumas empresas se destacam pela abrangência em suas abordagens sobre o que deve ser feito em relação ao clima, ou foram notáveis em sua liderança sobre o assunto”, disse o Greenpeace.
A Ericsson participa ativamente do diálogo público-privado em que é discutido o papel das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no combate às mudanças no clima. A empresa está participando da Green Solutions Fair, durante a COP 16, no México.
“A lacuna de liderança em assuntos sobre o clima continua a aumentar, enquanto algumas empresas se movimentam e outras permanecem inertes”, disse o analista de políticas de energia do Greenpeace, Gary Cook. “O Greenpeace está satisfeito em ver a Ericsson oferecer soluções para ajudar a resolver a crise do clima. Esperamos que o comprometimento contínuo da empresa em relação a uma economia sustentável em energia inspire ações em todo o setor”.
O Greenpeace avalia que as empresas de TI precisam continuar trabalhando com outros setores transformadores – construção, transporte, logística e desenvolvedores de energias renováveis –, para apoiarem ativamente políticas que catalisem a adoção global de tecnologias renováveis. Isso, combinado a um comprometimento maior com a redução da própria crescente infraestrutura, pode transformar a economia de energia em um sistema renovável e próspero, tendo como base a inovação em TI.

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